Criar um Site Grátis Fantástico
Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Translate to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese
ATUALIZAÇÕES:
MUNDO MULHER:  (21-06-2021)
SAÚDE E BEM ESTAR:  (21-06-2021)
JUSTIÇA:  (08-06-2021)
INÍCIO:  (08-06-2021)
CENÁRIO IMOBILIÁRIO  (07-06-2021)
FUTEBOL AMADOR:  (25-05-2021)
CEARÁ:  (02-05-2021)
MUNDO CRISTÃO:  (21-04-2021)
MEIO AMBIENTE:  (24-03-2021)
VACINAÇÃO:
Você Tomará a Vacina Contra a COVID-19?
Sim
Não
Só se For Obrigado
Ver Resultados

Rating: 2.6/5 (225 votos)

ONLINE
1




Partilhe esta Página



OUÇA A RÁDIO LUZ DO NORDESTE:

 ACESSE O SITE:

 https://bit.ly/3jPhtJV

 


 

AJUDAMOS VOCÊ A REALIZAR

O SONHO DO APÊ NOVO:

(85) 9.8797-1579 / 9.8123-1277


 

  


  




MUNDANÇAS DE HÁBITOS:

"-Toda Renúncia tem um Resultado."

Gn. 12; 1-3 


 

"-Cuidado com as cartas dos dos Inimigos!"

 


 

"-Do Amigo fale Bem. Do Inimigo, nem Bem nem Mal."

 


 

"-Temos que Guardar nossas reservas, não revelando tudo ás Pessoas."

 


 

 "-O que Estamos Fazendo com Aquilo que Deus nos Dá?"

 


 

OUÇA A RÁDIO LUZ DO NORDESTE:


ACESSE O SITE:

  https://bit.ly/3jPhtJV

 


 COLABORE CONOSCO:

(…) SE ACHA IMPORTANTE NOSSO TRABALHO, CONSIDERE NOS AJUDAR. A MANTERMOS NOSSO TRABALHO NO AR, NOS DOANDO SOMENTE AQUELES CENTAVOS, QUE ESTÃO NA SUA CONTA BANCÁRIA. BRADESCO AGÊNCIA 0452-9 CONTA: 0314 734-7 (…)


 


CENÁRIO IMOBILIÁRIO
CENÁRIO IMOBILIÁRIO

 NESTA PÁGINA:

CONVIVÊNCIA:

CONHEÇA AS 05 REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA EM CONDOMÍNIO:

REGULARIZAÇÃO:

A IMPORTÂNCIA DE TER O IMÓVEL REGULARIZADO NA PREFEITURA:

AVALIAÇÃO DE ESPECIALISTA:

-ESTAMOS VIVENDO UM MINIBOOM NO MERCADO IMOBILIÁRIO?

UM MERCADO RESISTENTE:

JUROS AINDA BAIXOS, BOA OFERTA DE APARTAMENTOS, FIM DAS VIAGENS E MENORES GASTOS COM LAZER DIRECIONAM RECURSOS PARA A COMPRA DO IMÓVEL NOVO;

 CONTRATO DE GAVETA:

QUAIS SÃO OS RISCOS E COMO SE PROTEGER JURIDICAMENTE!;

MORADIA:

SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL ANIMADO COM O RITMO DO MINHA CASA, MINHA VIDA;

TAXA FIXA:

BANCOS PRIVADOS SEGUEM DECISÃO DA CAIXA. CAIXA ANUNCIA FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO COM JUROS FIXOS;

EXPECTATIVA:

COM CAPTAÇÕES BILIONÁRIAS E JURO BAIXO, SETOR IMOBILIÁRIO INICIA DESENVOLVIMENTO; PROJEÇÕES PARA INVESTIDORES NO MERCADO IMOBILIÁRIO DE 2019;

DISTRATO IMOBILIÁRIO:

TEXTO-BASE DE PROJETO SOBRE DISTRATO IMOBILIÁRIO É APROVADO NO SENADO;

SUSPENSÃO:

CAIXA SUSPENDE MINHA CASA MINHA VIDA PARA FAIXA INTERMEDIÁRIA;

MINHA CASA MINHA VIDA:

CÂMARA APROVA APLICAÇÃO DE 25% DOS RECURSOS;

NA EUROPA:

EVENTO REÚNE ESPECIALISTAS INTERNACIONAIS DO MERCADO IMOBILIÁRIO;

LIMITE DE FINANCIAMENTO:

CONSELHO MONETÁRIO ANTECIPA NOVO LIMITE DE FINANCIAMENTO PELO SFH;

INDENIZAÇÃO:

CONSTRUTORA INDENIZARÁ POR PROBLEMAS EM IMÓVEL QUE IMPEDIRAM INSTALAÇÃO DE LINHA TELEFÔNICA;

MCMV:

GIGANTES DA CONSTRUÇÃO ENTRAM NA HABITAÇÃO POPULAR;

DIFERENÇAS:

POR QUE QUANTO MAIS ALTO O APARTAMENTO, MAIS CARO ELE FICA? OUÇA A RESPOSTA NO VÍDEO;

PREOCUPAÇÃO:

FGTS COMO GARANTIA DE EMPRÉSTIMO PREOCUPA MERCADO IMOBILIÁRIO;

EXPECTATIVA II:

MERCADO IMOBILIÁRIO VOLTA A INSPIRAR CONFIANÇA:

SEMANA DO MERCADO IMOBILIÁRIO:

PROGRAMAÇÃO EVIDENCIA NOVO PERFIL DO CLIENTE. 

 




Conheça o Estilo Dunas, seu novo estilo de viver com vista para o mar. São apartamentos de 2 e 3 quartos com suíte, lazer completo e toda a praticidade dos maiores shoppings e comodidades por perto. Não perca a oportunidade!




AJUDAMOS VOCÊ A REALIZAR O SONHO DO APÊ NOVO:

 FONE/WATTSAPP: (85) 9.8123-1277


 

CONHEÇA AS 05 REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA EM CONDOMÍNIO:

Você tem dúvidas quando o assunto é sobre as regras de boa convivência em condomínio? Muitas pessoas que nunca moraram em apartamento ou estão há pouco tempo em um costumam ficar em dúvida em relação a elas, temendo até não conseguirem se acostumar e se adaptar ao regimento interno.

Pensando nisso, trouxemos cinco regras que figuram entre as mais comuns, para você conhecê-las e ver como elas são fundamentais para manter o equilíbrio, o bem-estar e a qualidade de vida de todos os moradores. Acompanhe!

Entenda as regras de boa convivência em condomínio:

Neste tópico, você vai conferir algumas das mais importantes regras de boa convivência em condomínio que são implementadas por todo o país. Fique atento a cada uma para já ir se familiarizando.

1. Controle do barulho nos apartamentos e nas áreas externas:

A primeira delas é o controle do barulho nos apartamentos e nas áreas externas. Em geral, é estabelecido um horário padrão para que ele possa ocorrer sem causar transtorno aos demais. Por exemplo, das 08 às 22 horas de segunda a sexta e das 08 às 23 horas no sábado e domingo.

Por barulho, podemos considerar música nas residências, redecoração dos apartamentos, movimentação no salão de festas, crianças no condomínio brincando no playground etc. No entanto, é preciso redobrar a atenção com os ruídos produzidos dentro dos imóveis, como os sons de animais, o quebra-quebra comum em obras ou aquela zoada que ocorre ao se receber muitas visitas em casa.

Isso porque, sem querer, você pode tirar o sossego de um vizinho que trabalha de casa, faz plantões à noite e descansa de dia, estuda para as provas da escola/faculdade ou está adoentado e precisando de repouso. Nessas horas, empatia é fundamental.

2. Reformas dentro de horários e dias previstos:

Há pouco, a gente falou sobre obras, mas aqui complementaremos o assunto. O regimento interno do condomínio costuma ser bem específico sobre quando as reformas devem ocorrer. Para se ter uma ideia, é comum que ele priorize o horário comercial de segunda a sexta, pois é quando a maioria dos moradores está fora de casa, cuidando de compromissos pessoais e/ou trabalhando.

No entanto, o fim de semana pode ter limitações extras para as obras. Por exemplo, acordar que elas não ocorram no sábado e no domingo ou, pelo menos, em um desses dias. O objetivo por trás dessas normas é reduzir, ao máximo, o barulho e o incômodo dos seus vizinhos, principalmente em momentos de descanso e lazer com a família.

3. Circulação de animais sob vigilância constante:

Quem tem pets em apartamento precisa ficar esperto: é essencial que eles não sejam soltos nas áreas de convivência do condomínio, como corredores, elevadores, espaços de lazer e portaria. Afinal, podem se perder, escapar para a rua, se machucar ao cair de grandes alturas ou então ferir alguém caso fiquem assustados e se sintam ameaçados.

Por isso, é indispensável que eles sempre estejam de coleira e devidamente identificados. Além disso, é recomendado que os de pequeno e médio porte sejam levados nos braços. Já para aqueles grandes e com comportamento mais agressivo, é de extrema importância o uso de focinheira para a segurança do animal e das pessoas.

4. Descarte adequado do lixo pelos moradores:

O descarte do lixo deve ser feito de forma consciente, pois contribui para deixar as áreas compartilhadas organizadas e limpas e, de quebra, ainda ajuda a coleta seletiva da sua cidade. Portanto, lembre-se de depositá-lo sempre nas lixeiras, respeitando a indicação do material que elas podem receber — orgânico, vidro, metal, plástico etc.

Outro ponto importante é que nunca, em hipótese alguma, restos de comida, embalagens ou mesmo sacos de lixo podem ser arremessados pelas janelas, varandas e sacadas.

5. Utilização correta da garagem no dia a dia:

Por fim, mas não menos importante, há a regra da utilização da garagem. Ela consiste, basicamente, em alguns pontos importantes para a segurança de todos os moradores. O primeiro deles tem a ver com a circulação de crianças ou pets no local.

Ambos só devem ficar na garagem quando estiverem acompanhados de um responsável. Além disso, não é permitido que o espaço seja usado para brincadeiras ou diversão da garotada, pois, como você sabe, há entrada e saída de veículos constante ao longo do dia — o que representa um risco sério de acidentes se não houver esse controle.

Já o segundo tem relação com a velocidade máxima (geralmente, até 20km/h) que o motorista deve obedecer enquanto dirige dentro da garagem, seja para estacionar o carro ou moto, seja para sair do condomínio.

O motivo disso é bem simples. Em alta velocidade, você pode acabar se chocando contra outros automóveis, batendo em alguma pilastra ou coluna do edifício, ou ainda pior: atropelando, sem querer, algum vizinho ou visita dos demais moradores. Portanto, tenha bastante atenção sempre!

FONTE: Direcional Engenharia

 




 

PROGRAMA CASA VERDE E AMARELA É LEI:

A META É ATENDER 1,6 MILHÃO DE FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA

COM O FINANCIAMENTO HABITACIONAL ATÉ 2024:

O Programa Casa Verde e Amarela é uma iniciativa do Governo Federal para facilitar o acesso da população à moradia digna. A lei que institui o programa foi sancionada pelo Presidente Jair Bolsonaro e publicada no Diário Oficial da União

Lançado em agosto de 2020, sob a coordenação do Ministério do Desenvolvimento Regional, o programa reúne ações habitacionais federais para ampliar o estoque de moradias e atender às demandas do brasileiro.

“Com esse programa, ampliaremos o atendimento às famílias mais necessitadas e o sonho da habitação, da casa própria”, afirmou o secretário Nacional de Habitação, do Ministério do Desenvolvimento Regional, Alfredo Santos.

META: A META É ATENDER 1,6 MILHÃO DE FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA COM O FINANCIAMENTO HABITACIONAL ATÉ 2024. ISSO SERÁ POSSÍVEL COM A REDUÇÃO NA TAXA DE JUROS PARA A MENOR DA HISTÓRIA DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO (FGTS) E MUDANÇAS NA REMUNERAÇÃO DO AGENTE FINANCEIRO.

As regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a redução nas taxas em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros poderão chegar a 4,25% ao ano para cotistas do FGTS e, nas demais regiões, a 4,5%.   Desde o lançamento, o Programa Casa Verde e Amarela já possibilitou a contratação de 88.936 financiamentos habitacionais, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional.

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E MELHORIAS HABITACIONAIS:

ALÉM DO FINANCIAMENTO HABITACIONAL, O PROGRAMA CASA VERDE E AMARELA ATUA COM REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E MELHORIA DE RESIDÊNCIAS. A META É REGULARIZAR 2 MILHÕES DE MORADIAS E PROMOVER MELHORIAS EM 400 MIL ATÉ 2024. 

A regularização fundiária inclui medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais para assegurar a emissão do título que garante o direito real sobre o lote das famílias com renda mensal de até R$ 5 mil.

Esse programa tem como novidade o primeiro programa nacional de apoio aos municípios para a regularização fundiária. Para traduzir isso, significa dizer que milhões de famílias que sempre moraram na sua casa própria, mas que não tinham a segurança da propriedade, esse programa propiciará que elas tenham o título de propriedade definitiva”, afirmou Alfredo Santos.

Já as melhorias habitacionais serão feitas nas moradias das famílias com renda mensal de até R$ 2 mil que serão selecionadas pelo poder público local. “Isso permitirá para algumas famílias que sejam feitas melhorias nas suas casas, como a construção de um novo banheiro, ampliação de um quarto, construção de um telhado”, explicou o secretário.

REALIZANDO O SONHO DA CASA PRÓPRIA:

CRÉDITOS: Portal do Governo Federal

Iasmine Correia Coelho, de 34 anos, é mãe solteira de dois filhos, sendo um deles especial. Moradora de Teresina, no Piauí, a pedagoga está desempregada. Segundo ela, após muitos anos morando de aluguel e também na casa de uma irmã, recebeu as chaves da casa própria no ano passado com o auxílio do programa do Governo Federal. Ela contou que o imóvel trouxe mais tranquilidade para a família.

Fui contemplada no ano passado. Recebi as chaves da minha casa e assinei o contrato. Passei praticamente dez anos morando de aluguel sem ter condições porque tinha meses que eu estava empregada e tinha meses que eu estava desempregada”, relatou Iasmine.

LEI QUE INSTITUI O PROGRAMA:

A lei publicada nessa quarta-feira (13) registra que, entre os objetivos do programa, estão facilitar o acesso a moradia para a população de baixa renda e promover a melhoria do estoque existente de moradias para reparar as inadequações habitacionais, incluídas aquelas de caráter fundiário, de saneamento, de infraestrutura e de equipamentos públicos.

São objetivos também estimular a modernização do setor da construção e a inovação tecnológica com vistas à redução de custos. Além de inserir microempresas, pequenas empresas, microempreendedores individuais do setor da construção civil e entidades privadas sem fins lucrativos nas ações do programa.

ADESÃO AO CASA VERDE E AMARELA:

O Distrito Federal e os municípios deverão aderir ao Casa Verde e Amarela em breve. Após essa etapa, as empresas privadas poderão selecionar o núcleo urbano informal, propondo a estratégia de regularização fundiária, que deverá receber anuência do poder público local. Os espaços para serem regularizados precisam ser caracterizados como áreas de interesse social.

FONTE: Portal do Governo Federal - Publicado em 14/01/2021 15h38 Atualizado em 14/01/2021 17h03 

Manuel Pereira - Fortaleza/Ce. - Registro MTe. 3543-Ce/2016

OUÇA A WEB RÁDIO LUZ DO NORDESTE:

MAIS NOTICÍAS, LOVOURES E BELAS MENSAGENS:

ACESSE: http://bit.ly/radio-luz-do-nordeste

 




 

A IMPORTÂNCIA DE TER O IMÓVEL REGULARIZADO NA PREFEITURA:

Ter seu imóvel regularizado na prefeitura é de extrema importância, seja para imóveis residenciais como para comerciais. Muitas pessoas não possuem o conhecimento disso e são surpreendidos quando o problema bate na porta.

MAS AFINAL, O QUE É TER SEU IMÓVEL REGULARIZADO?

Um imóvel regularizado é aquele que está em ordem com todas as normas da Prefeitura. Todos os documentos referentes ao imóvel estão em dia. Está dentro das normas da Lei de Zoneamento e do Código de Obras e Edificações e não possui nenhuma pendência. Por exemplo, ao realizar uma reforma no seu imóvel é preciso regularizá-lo deixando claro as mudanças que forem feitas.

E POR QUE REGULARIZAR?

É muito comum encontrar edificações que estão em desacordo com a prefeitura. Seja por dívidas, morte do proprietário, pendências nos cadastros, entre outros pequenos problemas que o fazem irregular. E assim, seja residencial ou comercial, muitas consequências podem ocorrer caso você não possua o imóvel regularizado.

Começando pelo principal fator, o bolso. Sim, é preciso desembolsar uma certa quantia para pagar as taxas obrigatórias para ter o imóvel regularizado. Porém, o não cumprimento do mesmo pode trazer multas ao proprietário que chegam a 4x o valor dessas taxas.

Assim, estar em dia evita que você esteja a mercê de fiscalizações e seja multado inesperadamente, prevenindo gastos futuros. Para estabelecimentos comerciais isso se torna ainda pior, pois pode chegar a interdição e fechamento do local.

Ter seu imóvel regularizado na prefeitura é de extrema importância, seja para imóveis residenciais como para comerciais. Muitas pessoas não possuem o conhecimento disso e são surpreendidos quando o problema bate na porta”

Outra importância de se regularizar um imóvel é que isso o torna apto para a venda. Para realizar a venda de qualquer imóvel é preciso que ele esteja dentro das normas e com os documentos em dia.

Caso chegue o dia que você queira vender seu imóvel e ele não esteja regularizado, isso tornará o processo muito mais lento e burocrático. Além de que, o imóvel não regularizado sofre uma desvalorização no mercado que não é desejada por ninguém.

Outro motivo é que, tendo seu imóvel de acordo com as normas vigentes do município, é possível ter acesso a financiamento. Dessa forma, pode-se investir no mesmo, seja para uma reforma, comercialização ou uma melhora no seu comércio.

Ademais, uma vez regularizada, é possível legalizar o funcionamento de um comércio e registrar sua casa no Cartório de Registro de Imóveis.

São inúmeros os benefícios atrelados a manter seu imóvel regularizado. É um processo que se realizado com paciência, organização e juntamente com um responsável credenciado pelo CREA se torna simples e evita problemas futuros. E aí, o que está esperando para regularizar seu imóvel?


Curso de regularização de imóveis

O objetivo do curso é oferecer ferramentas, passo a passo, dicas, ao profissional ou interessado, sobre os problemas e consequências acerca da irregularidade imobiliária e demonstrar estratégias através de técnicas teóricas e práticas visando evitar prejuízos futuros e o equilíbrio nas negociações imobiliárias. Inscreva-se em: https://cursos.mercadoimobiliario.com.br/curso-de-regularizacao-de-imoveis/


FONTE: Portal Mercado Imobiliário

TNF-Sábado, 15/05/2021-06h48min.

Manuel Pereira - Fortaleza/Ce. - Registro MTe. 3543-Ce/2016

OUÇA A WEB RÁDIO LUZ DO NORDESTE:

ACESSE: http://bit.ly/radio-luz-do-nordeste




AVALIAÇÃO DE ESPECIALISTA:

ESTAMOS VIVENDO UM

MINIBOOM NO MERCADO IMOBILIÁRIO.

Um alinhamento favorável de fatores, como juro baixo, disponibilidade de crédito e revalorização do papel da moradia que veio com a pandemia, provocou um miniboom no mercado imobiliário, segundo Marcello Romero, CEO da Bossa Nova Sotheby's International Realty, imobiliária especializada em imóveis de luxo. Na sua avaliação, o movimento foi mais acentuado no segmento de alto padrão. O executivo acredita que esse miniboom seja sustentável, mas alerta que um fator de risco é a forte pressão inflacionária que há no setor e os efeitos sobre lançamentos. A seguir, os principais trechos da entrevista.

QUAL É A SUA AVALIAÇÃO DO MERCADO, DE UMA MANEIRA GERAL?

O que estamos experimentando é um miniboom. Ele está ocorrendo porque reunimos condições muito interessantes para a retomada da compra de imóveis. Nos últimos anos, entre 2015 e 2019, passamos por um período complicado. A taxa básica de juros, a Selic, na casa de dois dígitos fazia com que as pessoas deixassem o dinheiro aplicado na renda fixa, com praticamente zero de risco. E taxa Selic baliza os juros do crédito imobiliário, que também estavam elevados. Além disso, havia bastante incerteza, impeachment, greve dos caminhoneiros. Todos esses fatores seguraram o mercado durante esse período.

E O QUE MUDOU?

A taxa básica de juros caiu para 2% ao ano, o piso histórico, e o crédito imobiliário acompanhou. Com isso, deixar o dinheiro aplicado na renda fixa passou a não ser bom negócio. Inclusive, com os juros do crédito imobiliário baixos, as pessoas começaram a repensar se vale a pena alugar uma moradia ou adquirir um imóvel. Muitas vezes a prestação do financiamento é menor do que o valor do aluguel.

NESSE CENÁRIO DE JURO BAIXO, QUAL FOI O EFEITO DA PANDEMIA?

A pandemia fez com que as pessoas repensassem o seu modo de viver e a moradia, mesmo com toda a incerteza que ela provocou. Com isso, a demanda pela compra de imóvel começou a se mostrar maior do que a oferta. Além disso, há crédito imobiliário e os juros são baixos. Houve um alinhamento de fatores que permitiu a retomada do mercado mesmo num cenário de pandemia.

ESSE MOVIMENTO FOI ACENTUADO PARA OS IMÓVEIS DE MAIOR VALOR?

Sim. A oferta não cresceu nos últimos anos para esse segmento. Por causa da crise, as incorporadoras focaram os lançamentos no segmento intermediário. Também há uma dificuldade gigantesca no segmento de alto padrão para formar áreas. Levam dois, três, quatro, até oito anos para colocar um empreendimento desse porte de pé. Há escassez de terrenos. No caso de condomínios de campo de alto padrão a 100 quilômetros de São Paulo, não há novos empreendimentos lançados. Neste caso, levam cinco, dez anos para se ter um novo empreendimento, por conta de encontrar a área adequada, comprar a terra, aprovar o projeto, obter a licença ambiental. Por causa da pouca oferta desse tipo de imóvel, os preços aumentaram assustadoramente. A alta foi de 300% no último ano.

ESSE MINIBOOM SE SUSTENTA?

Sim. Mesmo que houver uma escalada gradual dos juros básicos, a previsão é que a Selic chegue ao final do ano entre 5% e 6%. O crédito imobiliário deve acompanhar essa subida de forma gradativa. Não vamos ter de volta de juros na casa de dois dígitos. O dólar médio deve permanecer cotado entre R$ 5,20 e R$ 5,30. Nesse cenário, o mercado imobiliário continuará sendo uma oportunidade e deve se manter aquecido, especialmente o segmento de alto padrão.

QUAL O FATOR DE RISCO?

Um ponto de atenção é a inflação do setor. O índice que mede a inflação da construção civil, o INCC, está bastante pressionado. Por causa dessa pressão, os incorporadores estão revendo as estratégias de lançamentos, na expectativa de que, com o avanço da vacinação, a indústria de insumos volte à normalidade e a pressão inflacionária diminua.

FONTES: ESTADO DE SÃO PAULO/O POVO-16/04/2021-13h07min.

Manuel Pereira-Fortaleza/Ce-Reg. MTe. 3543-Ce/2016

OUÇA A WEB RÁDIO LUZ DO NORDESTE:

ACESSE: http://bit.ly/radio-luz-do-nordeste 




UM MERCADO RESISTENTE AO VÍRUS: 

JUROS AINDA BAIXOS, BOA OFERTA DE

APARTAMENTOS,  FIM DAS VIAGENS E

MENORES GASTOS COM LAZER

  DIRECIONAM RECURSOS PARA A COMPRA DO IMÓVEL NOVO: 

A pandemia causou um estrago generalizado na economia, mas alguns segmentos conseguiram manter sua força. É o caso da construção e venda de imóveis novos, que têm mostrado bom desempenho também em 2021. A construção cresceu 10% em 2020 e a expectativa é de nova expansão de 5% neste ano. Já a incorporação de imóveis, atividade que anda junto e lida mais com os estoques, teve expansão de 26,1% no volume de vendas e 1,1% nos lançamentos em 2020. Entre as novas estratégias, as construtoras e incorporadoras adotaram a venda de forma remota, o que manteve o interesse dos clientes durante o isolamento social.

O ritmo de vendas e lançamentos se mantém, diz Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). “O mercado está aquecido porque os juros estão baixos. As pessoas compram com o objetivo principal de morar no imóvel. Adquirir para investir ainda é secundário”, diz. O mercado não se retraiu mesmo com o novo ciclo de expansão da taxa Selic, iniciado pelo Banco Central no último dia 17. Foi a primeira alta após seis anos. Segundo ele, eventuais aumentos nas taxas básicas de juros não preocupam. Alguns empresários lembram que 2020 foi marcado pelo forte crescimento do segmento popular, que é mais vulnerável ao aumento dos preços.

Mesmo assim, o temor não é grande se o crescimento dos juros for moderado. “Calculo que hoje 75% do mercado brasileiro é formado por consumidores dessa faixa, com renda mensal familiar de até R$ 4 mil. A taxa Selic já subiu para 2,75% ao ano. Até 4% ou 4,25% ao ano, o mercado imobiliário tem como absorver esse aumento dos juros, sem repassá-lo para o cliente”, diz Celso Petrucci, economista e vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

No total, foram vendidas 119.911 unidades no ano passado, e lançadas 113.191, entre casas e apartamentos novos. Do total de vendas, 77,8% foram de apartamentos e casas da faixa popular. Os dados são da Abrainc e da CBIC. Segundo a Abrainc, o déficit habitacional é maior na região Sudeste, onde faltam 3,1 milhões de moradias. Nacionalmente, faltam 7,79 milhões de moradias. Os números incluem pessoas que comprometem mais de 30% da renda com aluguel e por isto gostariam de comprar uma casa ou apartamento.

CASA NOVA:

A crise sanitária acabou impulsionando a área. Muitos consumidores gastaram suas economias na compra do apartamento novo ao invés de aplicarem em viagens ao exterior e automóveis de luxo, no caso da classe média alta. Nas classes média e popular, os cortes atingiram viagens dentro do Brasil e idas a restaurantes, shoppings e bares. O contador Aldenor Fernandes dos Santos vive com a esposa Lúcia Maria, psicóloga, e dois filhos em Curitiba (PR).

Segundo ele, a compra de um apartamento novo “foi uma oportunidade” que surgiu no bairro do Cabral, na zona Norte da capital paranaense. Santos comenta que morava com a família em um sobrado próprio e por isto adquiriram moradia melhor. “Não conhecia o prédio. Vim olhar o apartamento com a minha esposa em maio passado, em plena pandemia. Gostamos e decidimos comprar”, diz. “Se pudéssemos viajar para o exterior, talvez nem comprássemos o apartamento. Mas viajar ficou impossível em razão da Covid.”

A pandemia direcionou os gastos de todas as classes sociais para o mercado imobiliário, diz Thiago Correa Ely, diretor comercial da MRV, maior construtora residencial brasileira, responsável por 95% das vendas na faixa popular. A companhia atua em 160 municípios e entrou no mercado de renda média em Campinas (SP). As vendas virtuais passaram de 30%, antes da pandemia, para 80%, atualmente, diz Ely. Segundo ele, a alta nos preços dos materiais de construção poderá impor dificuldades ao setor. Ao fim e ao cabo, mesmo um setor que mostrou resistência diante do corona vírus pode enfrentar problemas devido à falta de rumo na política econômica do governo Bolsonaro.

FONTE: Isto é – 09/04/2021

Manuel Pereira - Fortaleza/Ce. - Registro MTe. 3543-Ce/2016

TNF, Quinta-feira, 28/04/2021 - 17h16min.

OUÇA A WEB RÁDIO LUZ DO NORDESTE:

ACESSE:  http://bit.ly/radio-luz-do-nordeste 




 

 CONTRATO DE GAVETA:

QUAIS SÃO OS RISCOS E COMO SE PROTEGER JURIDICAMENTE!

Gavetas! Você certamente já viu uma e talvez, agora mesmo, tenha uma em seu campo de visão. Confere? Trata-se de um compartimento onde podem ser guardados, protegidos e escondidos diversos objetos, os quais não se pretende deixar expostos aos olhos de qualquer pessoa.



 AJUDAMOS VOCÊ A REALIZAR

O SONHO DO APÊ NOVO:

(85) 9.8797-1579 / 9.8123-1279


 Não há uma dimensão padrão ou obrigatória para uma gaveta, variando o seu tamanho de acordo com a finalidade de guarda a que se destina.

É! Afinal, a gavetinha do móvel que fica na sua penteadeira para guardar brincos e anéis não precisa possuir as mesmas dimensões do gavetão da cozinha que guarda o jogo daquelas panelas gigantescas, dignas de MasterChef.

Mas, antes que você pense que contrato de gaveta tem a ver com marcenaria – porque não tem! – eu justifico essa introdução de artigo pelo fato de que a essência da definição literal de “gaveta” pode ajudar a melhor entender o tema jurídico.

CONTINUE A LEITURA, POIS, ALÉM DE FICAR SABENDO TUDO DE MAIS RELEVANTE SOBRE ESSA MODALIDADE DE CONTRATO, IRÁ DESCOBRIR COMO ISSO PODERÁ SER UTILIZADO POR VOCÊ!

O QUE É O CONTRATO DE GAVETA?

Entende-se por contrato de gaveta o meio jurídico particular e informal utilizado para registrar negócios firmados, mas sem que terceiros – além dos contratantes – tomem conhecimento deles.

É UMA FORMA DE SE FAZER NEGÓCIO ÀS ESCONDIDAS?

Tecnicamente, sim. O contrato de gaveta é comumente utilizado na compra e venda de imóveis, principalmente os que ainda estão sendo financiados, não havendo qualquer tipo de formalização dessa transação oculta no Cartório de Registro de Imóveis.

Imagine o seguinte exemplo prático: Ana Gavetina firmou um financiamento com o banco Gaveta Econômica Federal, adquirindo um imóvel em seu nome. Porém, não mais suportando pagar o tal financiamento, ela firma um contrato de gaveta com José Gavetôncio, que irá assumir indiretamente suas prestações, sem que o banco esteja ciente.

Ou seja, na teoria – e aos olhos de qualquer pessoa, inclusive do banco – Ana Gavetina é quem está pagando e quem irá responder por toda e qualquer repercussão do financiamento; mas, na prática, existe um contrato de gaveta entre ela e José Gavetôncio, que comprou o imóvel financiado e está adimplindo as parcelas devidas.

COMO FUNCIONA O CONTRATO DE GAVETA?

No contexto do exemplo anterior – que é o que comumente ocorre na prática –, o contrato de gaveta é realizado entre o vendedor, que contraiu financiamento com a agência financeira/bancária, e o comprador, chamado de “gaveteiro”.

O vendedor permanece como o titular do negócio firmado com o banco até que seja realizada a quitação de todo o procedimento de financiamento. Assim, o “gaveteiro” do contrato de gaveta é considerado um simples possuidor do bem. Para o banco, o devedor é o primeiro comprador.

Trata-se, portanto, de um documento particular de compra e venda, no qual não há a interferência de nenhuma agência imobiliária ou instituição bancária. E, como já citado, o registro atestando a propriedade da parte intitulada no contrato de gaveta como “compradora” não é atualizado perante o Cartório de Registro de Imóveis competente.

Geralmente, nos contratos de gaveta, o registro da transferência da propriedade para o “gaveteiro” ocorre somente após a quitação do financiamento, onde a parte vendedora (que tratou diretamente com o banco e firmou legalmente o financiamento, por meio de um contrato de mútuo), viabiliza a transferência.

Compreendeu agora a associação feita no início do artigo, onde definimos “gaveta”? Veja: um contrato de gaveta é um “compartimento” (instrumento jurídico) onde podem ser guardados, protegidos e escondidos diversos objetos (compra e venda de imóvel financiado), os quais não se pretende deixar expostos aos olhos de qualquer pessoa (contrato particular e informal, não havendo registro no cartório competente).

UÉ! MAS O DIREITO RECONHECE COMO VÁLIDA ESSA MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO?

Calma! Daqui a algumas linhas no decorrer deste artigo, chegaremos nessa questão. Por hora, eu digo apenas que, apesar do risco envolvendo esse procedimento, a elaboração de contratos de gaveta é bem mais comum do que se imagina. Isso porque nem sempre esses contratos são chamados assim, mas, na prática, são legítimos contratos de gaveta.

OS PORQUÊS DE UM CONTRATO DE GAVETA:

Primeiramente, vale esclarecer que em uma compra e venda formal de imóvel é preciso que haja o registro da transferência da propriedade, que é um documento público, podendo qualquer pessoa ter acesso a ele. Aqui, impera o chamado princípio da publicidade.

Já na modalidade contrato de gaveta não há publicidade e, em regra, só as partes que firmaram o negócio sabem dessa transação, afinal, não há registro em cartório, estando esse instrumento jurídico apenas nas “gavetas” de quem vende e de quem compra o imóvel.

Mas, por qual motivo alguém iria querer fazer um negócio oculto assim, em vez de registrar tudo bonitinho no cartório e ter um documento com fé pública, que atesta exatamente o que foi combinado?

Bom, quanto às razões de se pactuar um contrato de gaveta, uma delas diz respeito ao fato de, nas décadas de 80 e 90, terem sido instituídas várias restrições para a compra e venda de bens imóveis, que, inclusive, aumentaram os custos de financiamento.

Como consequência, o contrato de gaveta passou a popularizar-se, tornando-se uma modalidade de fazer negócios bastante comum.

Além disso, vale lembrar que a transferência formal da propriedade de um imóvel apenas é legal se feita por meio de um registro de cartório de imóveis, o que envolve diversos procedimentos burocráticos e o pagamento da altíssima carga tributária que se aplica ao mercado imobiliário e que incide sobre a transação referente à transferência de imóveis financiados.

Assim, a principal ideia de se realizar o pagamento de um imóvel que está em nome de outro alguém é considerada uma estratégia para diminuir os gastos.

Por isso, em vez de as pessoas procurarem uma análise de crédito junto aos bancos, por exemplo, ou de se organizarem para realizar o negócio da forma legalmente permitida, partiu-se para famoso – e por muitos repudiado – jeitinho brasileiro, com um contrato de gaveta.

O CONTRATO DE GAVETA É VÁLIDO? O DIREITO RECONHECE ESSA MODALIDADE?

O próprio nome “contrato de gaveta” sugere algo obscuro, sorrateiro, às escondidas, e isso somado às demasiadas vantagens já citadas nos induz a pensar “isso tá errado! Só pode ser ilegal!”, concorda? Mas, não é bem assim.

Como já mencionado, um contrato de gaveta não tem o seu registro efetivado no Cartório de Registro de Imóveis e, em regra, é feito apenas com o reconhecimento de firma das partes. Mas isso não o torna inválido aos olhos da lei.

Trata-se, portanto, o contrato de gaveta de um instrumento não oficial, cuja validade, porém, se restringe, exclusivamente, às partes que o assinam (vendedor e comprador/gaveteiro). Em outras palavras, essa modalidade é válida para pactuar obrigações entre as partes, mas não vale perante terceiros.

Vale destacar que os bancos responsáveis pelo financiamento de imóveis também entendem que o contrato de gaveta é um mecanismo irregular.

Eles partem do entendimento de que o art. 1º da Lei nº 8.004/90, que estabelece que o mutuário do Sistema Financeiro de Habitação – SFH deve transferir a terceiros os direitos e obrigações decorrentes do respectivo contrato, exige a formalização da venda e que ela seja realizada em ato concomitante à transferência obrigatória na instituição financiadora.

Contudo, o Superior Tribunal de Justiça – STJ entende que esse mecanismo pode ser legal e permite que se discuta judicialmente as obrigações e os direitos assumidos entre as partes de um contrato de gaveta.

O tribunal considera também que, com a quitação de todas as parcelas, não seria possível realizar a anulação de uma provável transferência, já que, em regra, não foram causados prejuízos ao Sistema Financeiro de Habitação – SFH.

Na prática, em caso de inadimplência das parcelas do financiamento, por exemplo, Ana Gavetina, a vendedora, poderá cobrar a dívida de José Gavetôncio. Fato! Porém, ao ser, por sua vez, cobrada pela Gaveta Econômica Federal, não poderá a legítima proprietária do imóvel indicar o “gaveteiro” como real devedor, pois, juridicamente falando, ele sequer existe na relação negocial com o banco.

QUAIS OS RISCOS DE UM CONTRATO DE GAVETA?

Apesar de ser uma prática que, à primeira vista, parece vantajosa, esse tipo de contrato envolve uma série de riscos para ambas as partes.

O principal fato disso é que a confiança entre as partes é fundamental para garantir a concretização do negócio, já que a efetiva legitimidade depende das condutas esperadas e pactuadas entre ambas.

É por isso que o risco é maior, pois pode ocorrer má-fé da parte que vende ou da que compra o imóvel por meio de um contrato de gaveta. Em tese, esse fato seria considerado fraude, contudo, a ausência de registro torna o provável processo judicial algo mais complexo.

Como o contrato de gaveta é considerado um documento não oficial, o reconhecimento de direitos e obrigações se restringe às partes. Por isso, é fundamental que se esteja ciente dos riscos desse tipo de negócio.

RISCOS PARA O COMPRADOR (GAVETEIRO) NO CONTRATO DE GAVETA:

A parte que se qualifica como compradora em um contrato de gaveta, também conhecida como “gaveteira”, suporta diversos riscos.

Pegando o exemplo de Ana Gavetina (vendedora) e de José Gavetôncio (comprador/gaveteiro), imaginemos que este esteja morando com sua família no imóvel adquirido por meio do contrato de gaveta.

Antes de findar o financiamento realizado formalmente por Ana Gavetina e pago informalmente pelo “gaveteiro”, porém, José Gavetôncio falece.

Nesse caso, há o risco de sua família ficar desabrigada, já que o imóvel não poderá ser incluído na divisão de bens, haja vista que, legalmente, ele não era de propriedade do falecido.

Se, por outro lado, em vez de Josê Gavetôncio, quem faleceu foi Ana Gavetina, o imóvel será dos herdeiros desta, que era a legítima proprietária do imóvel, deixando a família Gavetôncio desamparada.

Outra provável ocorrência é a venda regular do imóvel para uma terceira pessoa. Imagine que Ana Gavetina, após adimplir o financiamento com os valores pagos por José Gavetôncio, utilizando-se de demasiada má-fé, realiza a venda formal do bem para Antônio Bandeja.

Isso poderá ser feito em cartório, já que não há um registro apto a impedir essa operação, pois não existe a comprovação pública perante terceiros de que a propriedade tenha sido transferida pelo contrato de gaveta. Trata-se a situação de um típico golpe no segmento imobiliário.

Assim, um vendedor de má-fé poderá vender o bem para outros interessados, deixando o “gaveteiro” trancado para agir de imediato, sendo preciso este ingressar com uma ação judicial visando a discutir a validade e as condições do contrato de gaveta para, somente após, caso saia vitorioso, cobrar algo do vendedor.

RISCOS PARA O VENDDOR NO CONTRATO DE GAVETA:

O vendedor do imóvel que se utiliza de um contrato de gaveta também está sujeito a uma série de perigos. O principal deles, por exemplo, é o caso de o comprador deixar de pagar as prestações com as quais se comprometeu.

Aqui, a vendedora Ana Gavetina se depara com a má-fé de José Gavetôncio, que, mesmo anuindo com a obrigação de pagar o valor exato do financiamento firmado entre aquela e o banco Gaveta Econômica Federal, deixa de arcar com a dívida.

Nessa situação, Ana Gavetina poderá ter o seu nome incluído no SPC e SERASA, e o banco poderá executar a dívida diretamente contra ela, que, em regra e juridicamente falando, é a legítima proprietária e devedora das parcelas do financiamento.

Lembre-se que nem o banco, nem qualquer terceiro sabe da existência do contrato de gaveta – particular e informal – firmado entre Ana Gavetina e José Gavetôncio.

Seguindo o raciocínio, caso o banco retome o bem ou este seja adquirido em leilão por um terceiro, mesmo assim, o vendedor continuará com o seu nome nos cadastros do banco, o que poderá inviabilizar a obtenção de crédito e a autorização de financiamentos e empréstimos.

EXEMPLO DE RISCO PARA A PARTE QUALIFICADA COMO VENDEDORA NO CONTRATO DE GAVETA:

Se a parte COMPRADORA não honrar com sua obrigação de pagar as parcelas devidas em decorrência do contrato de gaveta, é única e exclusivamente a parte VENDEDORA que será cobrada pela agência financeira/bancária e poderá ter seu nome incluído no SPC e SERASA.

EXEMPLO DE RISCO PARA A PARTE QUALIFICADA COMO COMPRADORA NO CONTRATO DE GAVETA:

Como não há registro em cartório, a parte VENDEDORA, de má-fé, poderá vender formalmente o imóvel objeto do contrato de gaveta para uma terceira pessoa, deixado a parte COMPRADORA no prejuízo. Esse é um típico golpe no segmento imobiliário.

MAS, QUERENDO (OU PRECISANDO) FIRMAR UM CONTRATO DE GAVETA,

O QUE PODE SER FEITO PARA PROTEGER AS PARTES?

Apesar de o contrato ser “de gaveta”, antes de ser guardado, é aconselhável que ambas as partes reconheçam firma em cartório – de preferência, por autenticidade – no momento em que é feita a assinatura do instrumento. Isso irá garantir uma maior autenticidade de anuência ao que consta expresso nas cláusulas do contrato de gaveta.

Outro cuidado a ser tomado é justamente guardar – mas não necessariamente em uma gaveta – o contrato de gaveta e todos os demais documentos, conversas, e-mails e recibos que atestem o negócio firmado e o pagamento das prestações. Isso é essencial para provar que se agiu de boa-fé.

Por fim, mas não menos importante, indicamos que a melhor maneira de conduzir todo e qualquer tipo de contratação, inclusive no que diz respeito a um contrato de gaveta, é valendo-se do auxílio de bons advogados especialistas no assunto.

FONTES: Portal Mercado Imobiliário e https://chcadvocacia.adv.br/

Manuel Pereira - Fortaleza/Ce. - Registro MTe. 3543-Ce/2016


COLABORE CONOSCO:

(…) SE ACHA IMPORTANTE NOSSO TRABALHO, CONSIDERE NOS AJUDAR, A MANTERMOS NO AR, NOS DOANDO SOMENTE AQUELES CENTAVOS, QUE ESTÃO NA SUA CONTA BANCÁRIA. NOSSA CONTA:  BRADESCO – AGÊNCIA 0452-9 CONTA: 0314 734-7 (…)

OUÇA A WEB RÁDIO LUZ DO NORDESTE:

ACESSE: http://bit.ly/radio-luz-do-nordeste

 




 CUIDADOS NA HORA DE COMPRAR UM IMÓVEL PODE EVITAR ENORMES PREJUÍZOS:

A compra de um imóvel é um sonho de quase todos os brasileiros. Conforme dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA, mesmo com todo o investimento, o déficit habitacional brasileiro é de 7,9 milhões de moradias em todo o país, correspondente a 14,9% do total de domicílios.

Desta forma, na hora de comprar um imóvel é necessário muito cuidado para não o perder no futuro, nem o dinheiro pago por ele, uma vez que dívidas do vendedor, desconhecidas pelo comprador, podem ser cobradas muitos anos depois e gerar a anulação do negócio feito, deixando o comprador sem o bem e o dinheiro pago.

No momento da compra de um imóvel, o comprador deve buscar possíveis dívidas averbadas na matricula do imóvel, bem como certidão negativa de processos cíveis, trabalhistas e criminais em nome do vendedor, seja esta pessoa física ou jurídica. Uma certidão negativa é o relato do órgão público de que não existe processo judicial cobrando alguma dívida. Estas dívidas podem ser desde um cheque sem fundo, a danos causados a terceiros, passando por execução fiscal e ações trabalhistas

O que muito acontece é as pessoas desconhecerem tal risco, e o vendedor não informar ao comprador, para não perder o negócio’, como informa Reinaldo Alves da Costa, corretor de imóveis na cidade de Anápolis-GO, a 50 km de Goiânia. Ele lembra de um caso acontecido há alguns anos em sua cidade, onde moradores do bairro Jardim Itália, que adquiriram lotes parcelados de uma empresa, ficaram no prejuízo por causa de dívidas dos vendedores. Eram pessoas que compraram terrenos para pagar em parcelas por longos anos, possuindo somente um contrato de gaveta, o que significa que no papel não eram donas efetivamente do bem.

Reinaldo explica que contrato de gaveta é comum nesses tipos de transação. A pessoa compra o terreno e fica com um documento sem valor judicial. Somente ao quitá-lo é que ela recebe a liberação na imobiliária para lavrar a escritura em cartório. comprar um imóvel 

Segundo ele, todos aqueles que compraram algum imóvel com contrato de gaveta, e ainda não registraram, devem buscar urgentemente as certidões cíveis, criminais e trabalhistas do vendedor, para não ficarem no prejuízo, principalmente se compraram de empresa.

Desta forma, mesmo para aqueles contratos feitos há muitos anos, mas ainda não registrados no cartório de imóveis, é de suma importância que o comprador busque as certidões cíveis, criminais, fiscais e trabalhistas do vendedor, de forma que possa ser solucionado o problema antes do término do pagamento, possibilitando, assim, o registro do imóvel de forma segura.

FONTES: Publicidade Imobiliária/Ràpido no Ar – 13/04/2021

Manuel Pereira - Fortaleza/Ce. - Registro MTe. 3543-Ce/2016

COLABORE CONOSCO:

(…) SE ACHA IMPORTANTE NOSSO TRABALHO, CONSIDERE NOS AJUDAR, A MANTERMOS NOSSO TRABALHO NO AR, NOS DOANDO SOMENTE AQUELES CENTAVOS, QUE ESTÃO NA SUA CONTA BANCÁRIA.NOSSA CONTA: BRADESCO – AGÊNCIA 0452-9 CONTA: 0314 734-7 (…)

OUÇA A WEB RÁDIO LUZ DO NORDESTE:

ACESSE: http://bit.ly/radio-luz-do-nordeste

  




MORADIA:

SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL ANIMADO COM 

O RITMO DO MINHA CASA, MINHA VIDA:

CRÉDTOS: Divulgação

O desempenho positivo está relacionado também à queda da taxa de juros e ao aumento dos recursos da caderneta de poupança para a compra da casa própria.

Mesmo em um ano de forte retração econômica devido aos efeitos da pandemia de covid-19, o ritmo de contratações do programa Minha Casa, Minha Vida, que está sendo substituído pelo Casa Verde e Amarela, está acelerado o que tem animado o setor de construção, que já trabalha com o cenário de um 2021 ainda melhor.

O desempenho positivo está relacionado à queda da taxa de juros, ao fato dos subsídios do programa passarem a ser integralmente bancados pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), aumento dos recursos da caderneta de poupança para a compra da casa própria e medidas adotadas pela Caixa como pausa no pagamento de empréstimos não só para pessoa física como para incorporadoras e construtoras. Neste ano, não houve esgotamento da suplementação orçamentária como em períodos anteriores, em meados de outubro.

O secretário nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Alfredo Eduardo dos Santos, reforçou que as medidas adotadas como no FGTS e na Caixa contribuíram para que “não tivesse uma parada” nas contratações mesmo com um cenário econômico mais adverso.

 FONTE: Valor Investe/Caixa Econômica Federal – 14/12/2020-10h51min.

TNF-Sexta-feira 01/01/2021 – 09h40min.

Manuel Pereira - Jornalista-Reg. Mte 3543-Ce / 2016

 




 SEGUINDO A MESMA LINHA:

DEPOIS DA CAIXA, BANCOS PRIVADOS PREPARAM CRÉDITO IMOBILIÁRIO PREFIXADO:

BANCOS PRIVADOS ENTENDEM QUE HÁ MAIS SEGURANÇA PARA CRÉDITO IMOBILIÁRIO SEM O RISCO DA INFLAÇÃO.

Os bancos Bradesco e Santander estudam lançar linhas de crédito imobiliário com juros prefixados, na esteira do anúncio feito nesta quinta-feira, 20, pela Caixa Econômica Federal, apurou o jornal O Estado de São Paulo/Broadcast. Diferentemente da modalidade com lastro no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no prefixado os concorrentes privados já mostram apetite: entendem que há mais segurança para emprestar sem o risco da inflação.

A Caixa anunciou o crédito imobiliário prefixado com taxas entre 8% e 9,5% ao ano para clientes do banco, como antecipou na semana passada o jornal O Estado de São Paulo/Broadcast. A meta da instituição é liberar R$ 10 bilhões no primeiro ano da medida.

“Para a pessoa física, o crédito imobiliário com lastro no IPCA gera risco. Já na modalidade com juros prefixados gera segurança. Faz mais sentido”, diz o diretor de um grande banco, na condição de anonimato.

Na prática, o crédito imobiliário sem correção não é uma novidade. Há menos de dez anos, os bancos lançaram a alternativa amparados na queda dos juros básicos no País. No entanto, como o movimento não foi consistente e as taxas voltaram a subir, essas instituições se viram obrigadas a acabar com as linhas, sob o risco de descasamento do funding (quanto os bancos pagam para captar) com financiamentos de longo prazo, que chegam a 30 anos como é o caso do imobiliário.

“A aceitação do crédito prefixado não é muito grande. É a modalidade mais cara, mas é a mais segura de todas. Não tem risco”, diz outro executivo de banco.

O maior interesse dos bancos privados pelo financiamento prefixado sinaliza que a Caixa deve ter concorrentes rapidamente. O cenário difere do crédito imobiliário com lastro no índice de inflação, o IPCA. Por ora, o único que se arriscou entre os grandes concorrentes foi o Banco do Brasil, que lançou em dezembro a modalidade. “Há sinais de que a inflação será mais alta no ano que vem, com ritmo de crescimento do País mais acelerado. Aí tem o risco de bater na inadimplência”, diz a fonte.

Os bancos privados chegaram a estudar o crédito com IPCA, mas até agora não se inclinaram a investir no produto. A leitura é de que há mais risco para o mutuário e, portanto, a modalidade deve se restringir ao público de alta renda, que teria recursos em um eventual repique da inflação.

Quanto ao lançamento da modalidade com juro prefixado, o BB diz que constantemente estuda oportunidades em linha com a concorrência, buscando atender às necessidades dos clientes.

O Itaú Unibanco informou que “está sempre atento aos movimentos do mercado e estuda todas as possibilidades para oferecer produtos e serviços que beneficiem os clientes”. Com relação às modalidades de IPCA e sem correção, o banco diz que não tem planos de operar no curto prazo. 

FONTES: Exame Online com informações do jornal O Estado de S. Paulo-21/02/2020

TNF-Terça-feira (De Carnaval), 25/02/2020-16h22min.-Fortaleza-Ceará

Manuel Pereira




TAXA FIXA:

CAIXA ANUNCIA FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO COM JUROS FIXOS. CONDIÇÕES SÃO VÁLIDAS PARA IMÓVEIS

RESIDENCIAIS NOVOS E USADOS.

A Caixa Econômica Federal anunciou no dia 20/02 o lançamento de uma nova linha de crédito habitacional com taxa fixa. As contratações já estão sendo feitas a partir de 21/02/20 com juros de 8% a 9,75% ao ano, dependendo do tempo de financiamento e do relacionamento do cliente com o banco.

"Vamos permitir que as pessoas tomem empréstimos por 20 anos, 30 anos, sabendo desde o primeiro dia quanto elas vão pagar”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, durante cerimônia de lançamento da nova linha de crédito, no Palácio do Planalto.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, participa do lançamento da nova linha de crédito imobiliário com taxa fixa da Caixa Econômica Federal.

O presidente da Caixa Econômica Federal,

Pedro Guimarães, no lançamento da nova linha de crédito imobiliário

com taxa fixa da Caixa Econômica Federal.

CRÉDITOS:Antonio Cruz/Agência Brasil

As condições são válidas para imóveis residenciais novos e usados, com quota de financiamento de até 80% do valor do imóvel. O cliente poderá escolher entre os sistemas de amortização SAC (com parcelas decrescentes), para contratos de até 360 meses, ou Price (parcelas fixas), para financiamento de até 240 meses.

No ano passado, o presidente da Caixa havia adiantado a intenção do banco em adotar o crédito habitacional pré-fixado. Nesta quinta-feira, ele explicou que agora, os clientes têm três opções de contratação: com correção pela Taxa Referencial (TR), definida pelo Banco Central; pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA); ou sem correção.

“O que nós queremos oferecer para a sociedade? Opções. Nós não queremos dizer para o cliente o que ele tem que fazer. Então, nós oferecemos o crédito por TR, oferecemos pela inflação, que neste governo está no nível mais baixo, e agora oferecemos sem inflação e sem TR”, disse.

O crédito habitacional com contratos corrigidos pela inflação foi adotado em agosto do ano passado pela Caixa. Nessa modalidade, os juros variam de 2,95% a 4,95%. Já pela TR, as taxas vão de 6,5% a 8,5%.

Durante seu discurso, o presidente Jair Bolsonaro comentou as facilidades atuais do financiamento habitacional. “Quem podia pensar um dia alguém falar em credito imobiliário com taxa fixa? Meu pai morou em 20 imóveis de aluguel. Não precisa falar que ficou inadimplente para mudar tanto assim. Hoje em dia não teria esse problema”, brincou.

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, medidas como as anunciadas hoje pela Caixa mostram que o governo está democratizando o acesso ao crédito, ao incluir “os brasileiros das camadas mais humildes” no financiamento imobiliário. E isso só é possível, segundo ele, porque as reformas estruturantes que estão sendo implementadas estão permitindo que os juros desçam e a economia comece a girar. Hoje, a taxa básica de juros, a Selic, está em 4,25% ao ano, o menor nível da história.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa do lançamento da nova linha de crédito imobiliário com taxa fixa da Caixa Econômica Federal

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participa do lançamento da nova linha de crédito imobiliário com taxa fixa da Caixa Econômica Federal - Antonio Cruz/Agência Brasil

“Quando fazemos política econômica estamos pensando em todos os brasileiros e particularmente nos mais humildes. O modelo antigo, com juros lá em cima, transformava os empresários, os empreendedores brasileiros, em rentistas, em vez de fazerem investimentos e criarem empregos. E justamente as famílias mais humildes, empregadas domésticas inclusive, a quem eu peço desculpa se puder ter ofendido, dizendo que a mãe do meu pai foi empregada doméstica. Qual o problema de fazer uma referência como essa, mostrando que os preços estão empurrando a população em direções equivocadas? Um Brasil cheio de belezas naturais e as pessoas pensando em não viajar para o Nordeste, por exemplo, porque estava 50% mais caro ir para o Nordeste brasileiro do que ir para o exterior”, disse Guedes.

A fala do ministro foi uma referência ao discurso que ele fez na semana passada dizendo que o dólar mais alto desestimula a viagem de brasileiros ao exterior. Na ocasião, ele aconselhou os turistas que deixem de ir para outros países todos os anos e conheçam mais o Brasil.

SISTEMA DE POUPANÇA E EMPRÉSTIMOS:

Em 2019, a Caixa concedeu R$ 26,6 bilhões em crédito imobiliário pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), que têm recursos captados, principalmente, dos depósitos de poupança pelos bancos e outras instituições financeiras.

Os clientes podem fazer simulações e saber mais sobre as modalidades de financiamento no site da Caixa.

FONE: AGÊNCIA BRASIL DE NOTÍCIAS-20/02/2020-12h55min-Brasília

TNF-Terça-feira (De Carnaval) – 25/02/2020-15h51min.-Fortaleza(Ce.)

Manuel Pereira




O QUE ESPERAR DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2020:

 Crescimento de quase 10% no setor em 2019 anima investidores e fecha o ano com otimismo para 2020

CRÉDITOS: Portal JMais

Uma série de fatores fazem com que os números do setor imobiliário flutuem todos os anos – da quantidade de unidades construídas até o crédito disponibilizado para financiamentos; de novas formas como os imóveis são oferecidos até o surgimento de novas composições familiares que geram novas demandas de empreendimentos. Aspectos econômicos e sociais influenciam no aumento ou na diminuição da procura por novos lares e ao mesmo tempo criam altas ou baixas nos valores dos imóveis ofertados. Será que esse é um bom momento para investir no setor? O que 2020 promete para quem procura apartamentos para comprar ou busca liquidar o próprio imóvel? 

COMO ANDA O MERCADO NOS ÚLTIMOS ANOS? 

Para entender o que está acontecendo agora com o setor, é preciso voltar pouco mais de dez anos no tempo, mais precisamente durante o próspero período que corresponde de 2008 a 2014. O crescimento acentuado da economia elevou o valor de casas e apartamentos em mais de 200% em algumas capitais como São Paulo e Rio de Janeiro. Em contraste com esse cenário, a recessão mundial vinha fazendo seus estragos desde 2009 mas foi só em 2013 que o país sentiu o golpe, o que obrigou os bancos a limitarem as linhas de crédito. Sem financiamentos, o resultado foi uma estagnação do setor pelos quatro anos seguintes.

Com baixa acumulada entre 2014 e 2017, o mercado imobiliário passou a mostrar poder de reação em 2018. O SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) indicou à época uma movimentação de R$ 57,7 bilhões durante todo o período – 33% a mais do que o valor correspondente ao ano anterior. Só em dezembro de 2018 foram concretizados 228 mil financiamentos, totalizando uma movimentação de R$ 6,05 bilhões. 

O QUE SE OBSERVOU EM 2019?

Segundo a CBIC ( CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO ) , houve um aumento de 4% nos lançamentos e de 9,7% nas vendas de imóveis. O que se espera é fechar o ano com crescimento posicionado entre 10% e 15% e a expectativa é que essa boa notícia seja consolidada pela procura de imóveis de médio e grande porte. Mais perspectivas favoráveis? O SBPE disponibilizou a informação de que R$ 5,77 bilhões foram liberados para credito imobiliário durante o mês de abril. Esse número aponta alta de mais de 40% em relação ao mesmo período de 2018.

Para quem investe no setor, esse ano tem apresentado um festival de dados positivos. A projeção de inflação máxima fixada em 3,54%, a redução da taxa Selic para 6%, o aumento para R$ 1.500.000,00 no teto do valor dos imóveis aptos a aderir ao SFH (Sistema Financeiro da Habitação) e o aumento de 2,24% no número de postos de trabalho na construção civil são mais alguns aspectos que consolidam 2019 como um ano de crescimento contínuo e estabilidade para o mercado imobiliário. 

O QUE ESPERAR DE 2020?

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) trouxe em pesquisa que até 2025 o país demandará a construção de 14 milhões de novas moradias. O que se pode observar é que o mercado experimentará um ritmo acelerado durante os próximos cinco anos. Esse crescimento indica que o momento de comprar é agora pois mesmo com o setor em crescimento, a economia do país vive um momento desfavorável e o real segue desvalorizado. Com isso, o valor dos imóveis também se mostra reduzido e apresenta uma boa oportunidade em 2020 de fazer negócios para quem busca investir no setor. Segundo economistas, a baixa da economia antecede uma onda de crescimento que pode inflacionar os valores dos imóveis a partir de 2021, aumentando os lucros de quem realizou investimentos nos últimos anos.

Com tanta expectativa para 2020, o momento é de esperar a confirmação do bom momento de 2019 para começar a planejar seus próximos investimentos. Sucesso em seus futuros negócios!

FONTE: Portal Jmais - 13/12/19 

TNF-Tribuna do Nordeste Fortaleza - 18/12/19 - 13h07min. 




 EXPECTATIVA:

COM CAPTAÇÕES BILIONÁRIAS E JURO BAIXO, SETOR IMOBILIÁRIO INICIA DESENVOLVIMENTO.

COM A QUEDA DOS JUROS – A TAXA SELIC ATINGIU 5% AO ANO NA ÚLTIMA SEMANA,

A EXPECTATIVA É DE QUE AS CAPTAÇÕES POSSAM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES.

O mercado imobiliário pode estar perto de uma retomada vigorosa. De julho para cá, seis construtoras e incorporadoras captaram R$ 3,8 bilhões em novas ofertas de ações para colocar o pé no acelerador em seus projetos residenciais e comerciais. Com a queda dos juros – a taxa Selic atingiu 5% ao ano na última semana – e o maior interesse de investidores no setor, a expectativa é de que as captações possam dobrar nos próximos meses, já que outros grupos se preparam para ir à Bolsa.

O ânimo do setor é uma boa notícia para a economia como um todo. “Tradicionalmente, esse segmento antecipa o cenário de crescimento econômico. Há expectativa de recuperação do PIB, a expansão deve ser menos intensa, mas sustentável no longo prazo“, diz Alessandro Farkuh, responsável pela área de banco de investimento do Bradesco BBI, que coordenou boa parte das operações das construtoras na Bolsa.

Com esses recursos, as construtoras pretendem abrir novos canteiros de obras, sobretudo em São Paulo. E isso já se reflete em outros setores da indústria. “Começamos a sentir nas últimas semanas maior demanda por aço vinda do setor imobiliário“, disse Gustavo Werneck, presidente da Gerdau. O mesmo movimento deve acontecer com o cimento e outras matérias-primas.

Quem se movimenta pela capital paulista percebe que guindastes voltaram a fazer parte do cenário. Dados do Secovi-SP, obtidos pelo Estado, mostram que, de janeiro a setembro, foram comercializadas 30,5 mil unidades residenciais só na capital, número 70% maior do que o do mesmo período do ano passado. “Isso é mais do que as 29,9 mil vendidas em 2018 inteiro“, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. Só em setembro foram comercializados 4.055 imóveis – a maior marca para o mês e cerca de 50% acima da média histórica.

A retomada do setor, que usa mão de obra intensiva, poderá ser um alento para um indicador que se recusa a apresentar melhora significativa nos últimos anos: o desemprego. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da semana passada mostraram que a taxa ainda é de 11,8% no País, com 12,5 milhões de pessoas sem trabalho. Dos empregos gerados, a maioria é de vagas informais.

Concentração:

As obras, contudo, ainda estão concentradas em edifícios residenciais e comerciais de médio e alto padrão, diz Ana Maria Castelo, analista da

FGV/Ibre.

“Não vejo um boom generalizado como em 2007, quando muitas companhias foram à Bolsa. A recuperação mais robusta da construção civil virá com a retomada das obras de infraestrutura.”

Diversas fontes de mercado ponderaram ao Estado que a expansão do setor imobiliário ainda se resume a São Paulo, cujo mercado se descolou do resto do País. De olho nessa oportunidade, a MPD Engenharia, líder em apartamentos de alto padrão em Alphaville, vai investir até R$ 2 bilhões em empreendimentos nos próximos três anos. Segundo o presidente da empresa, Mauro Dottori, entre 70% e 80% dos recursos serão direcionados para a capital paulista. “São Paulo tem maior dinamismo e retoma primeiro do que outros mercados.”

Além das ofertas subsequentes em Bolsa, que são uma importante fonte de financiamento para construtoras, os proprietários de edifícios têm sido assediados por fundos de investimento imobiliário de bancos. Para garantir retorno a seus cotistas, as instituições financeiras estão comprando edifícios corporativos “maduros”, que já estão alugados para empresas.

A Tishman Speyer, que desenvolve prédios residenciais e corporativos, vendeu por R$ 1,2 bilhão a torre que abriga a sede corporativa do BB, em Brasília, a um desses fundos. A empresa já tem R$ 1 bilhão captado para investimento adicional no mercado brasileiro. “Além desse dinheiro captado, está mais fácil conseguir crédito nos bancos para viabilizar projetos”, afirma Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer no Brasil.

Investidores locais apostam na retomada do setor de construção:

Com a taxa de juros na mínima histórica, a busca tanto por imóveis quanto por fundos imobiliários tende a crescer entre investidores dos mais diversos portes. As captações feitas por grandes construtoras – como Tecnisa, Eztec, Trisul, Cyrela Commercial Properties, Helbor e LogCP – revelam um novo fenômeno no País: o maior interesse de investidores locais por ações dessas companhias na Bolsa.

“Vimos um movimento de investidores locais nas captações deste ano em um ambiente que antes atraía majoritariamente os estrangeiros. Também observamos maior fluxo de gestoras mais especializadas em determinados segmentos, como shoppings e logística. Isso indica um nível importante de maturação do setor”, diz Alessandro Farkuh, responsável pela área de banco de investimento do Bradesco BBI.

O aquecimento da demanda imobiliária começou nos prédios residenciais de alto padrão, mas já “contaminou” outros segmentos. Galpões próximos à região metropolitana de São Paulo viraram alvo de grandes varejistas, que estão expandindo seus centros de distribuição, afirmou fonte de uma grande incorporadora. Escritórios também estão sendo erguidos nos poucos espaços ainda livres da região da Faria Lima, centro financeiro de São Paulo, e outros corredores, como as proximidades da Marginal Pinheiros, também devem ganhar novos arranha-céus.

As entregas de edifícios corporativos devem se multiplicar por oito no ano que vem, segundo a consultoria JLL, que acompanha o setor, atingindo 200 mil metros quadrados em novas ofertas.

Vacância:

A consultoria pondera, porém, que a recuperação ainda está mais concentrada em São Paulo, onde a taxa de vacância de escritórios já começou a cair após um longo período de alta, atingindo 22,3% no terceiro trimestre de 2019. No Rio, porém, esse movimento ainda não está claro – e 43% dos espaços corporativos ainda estão vazios.

A tendência para 2020 em São Paulo, de acordo com Paulo Casoni, diretor da JLL, é de queda da vacância, apesar da entrega de novos escritórios. Em alguns bairros mais disputados, como a Avenida Faria Lima, o porcentual de espaços vazios é de 8%. Isso já faz companhias negociarem antecipadamente a ocupação de prédios em construção. Foi o que fez a Dupont, em acordo com a Tishman Speyer.

Diante desse cenário, empresas que se dedicam ao segmento se preparam para uma retomada das obras. Na semana passada, apenas a Cyrela Commercial Properties (CCP), do empresário Elie Horn, levantou R$ 874 milhões para investir em escritórios de alto padrão. BR Properties e JHSF contrataram bancos para fazer captações. Outros sete grupos estão indo pelo mesmo caminho e devem usar a Bolsa para turbinar sua capitalização para o período de expansão.

Maior imobiliária do País, a Lopes também vai à Bolsa para levantar cerca de R$ 150 milhões. A companhia vai usar parte desses recursos para acelerar a transformação digital do seu negócio. “Não queremos reinventar a roda. O processo de compra e venda de imóveis não vai deixar de ser físico. Mas podemos melhorar a plataforma para os nossos 9 mil corretores e para os clientes”, diz Matheus Fabricio, diretor executivo da Lopes. Neste ano, a companhia inaugurou a Lopes Labs, que já reúne uma equipe de 70 pessoas, para pensar o futuro da empresa.

Construtoras reduzem tempo de obra:

Com a ajuda de novas tecnologias e do aumento de crédito para o setor, construtoras têm conseguido reduzir em até oito meses o tempo de obra para erguer edifícios. A intenção é aproveitar o bom momento do setor para atrair, especialmente, investidores que desistiram de aplicar dinheiro em renda fixa por causa do ganho menor.

A sinalização do Banco Central de que deve haver nova redução nos juros ainda este ano reforça o interesse pelos imóveis e a corrida do setor para poupar tempo. Até 2014, os prazos oscilavam entre 24 e 30 meses. “Hoje, estão mais para 16 ou 18 meses do que para 24”, diz Odair Senra, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil em São Paulo.

Na sua avaliação, a maior oferta de crédito está permitindo concluir edifícios num tempo menor. Com mais recursos disponíveis, construtoras dependem menos da receita de vendas e podem acelerar a produção. Com isso, terminam o empreendimento mais cedo, acertam as contas com quem emprestou o dinheiro, embolsam o lucro e partem para a construção de outro empreendimento.

“O banco quer isso porque fica com um devedor seguro, que dá o imóvel como garantia”, diz Senra. Ele observa que o risco de calote para o banco fica pulverizado, pois são vários devedores, não só a construtora. O banco também ganha potenciais clientes (devedores) para vender outros produtos.

Risco:

A construtora Urbic, do empresário Marco Parizotto, por exemplo, tem dois empreendimentos com prazo de execução reduzido. “Achamos que encurtando o ciclo de produção reduziríamos o risco para incorporadora e cliente.”

Mas, na prática, o que se vê é que os projetos mudaram para atender o comprador que pretende ter o imóvel pronto o mais rápido possível para alugar. Um dos empreendimentos da construtora no Ibirapuera (SP) foi lançado em maio e será entregue em 13 meses.

Do prazo total, nove meses serão para erguer o prédio, que vai usar tecnologia de estruturas metálicas para acelerar a construção.

“Já vendemos 60% (dos apartamentos) e 30% dos que compraram são investidores.” São apartamentos na faixa de R$ 900 mil. Outro empreendimento, na Vila Mariana (SP), é de pequenos estúdios na faixa de R$ 250 mil, voltados a investidores.

À vista:

“Temos buscado redução de prazo para diminuir os custos do empreendimento e, com isso, obter uma rentabilidade maior”, afirma Vladimir Alves da Silva, diretor financeiro da construtora Tarjab. Ele conta que tem conseguido reduzir em três meses o prazo da obra. Num projeto recente, de apartamentos na faixa de R$ 350 mil lançado em abril, ele conta que percebeu que existe demanda de investidores que não são só pessoas físicas, mas também fundos imobiliários. “Para unidades menores houve compradores que pagaram à vista”, diz, lembrando que esse pode ser um sinal do apetite do investidor pela renda de locação.

De olho nessa demanda, Frederico Altana, diretor-presidente da construtora Altana, conta que negocia parceria com uma empresa francesa para reduzir, a partir de 2021, prazos de construção de três empreendimentos. A locação será gerenciada pela própria empresa.

“A possibilidade de fazer ativos imobiliários para renda foi viabilizada por causa dos juros mais baixos e isso casa com a tecnologia de construir de forma industrial e mais rápida porque, assim, é possível gerar um retorno mais rápido para o capital”, diz.

Desde 2014, a Trisul, que tem capital aberto, vem reduzindo prazos de obra, diz Lucas Araújo, superintendente. Ele explica que as concorrentes perceberam agora que diminuir o ciclo de produção é muito melhor, pois garante o retorno mais rápido, com reconhecimento de receitas. “Todas (as concorrentes) estão precisando disso para ajudar na recuperação financeira.”

A trajetória de queda da taxa básica da economia (Selic), que na semana passada renovou um piso histórico, de 5% ao ano, tem levado os investidores a enxergar na compra de imóvel para locação um negócio mais rentável. Além da renda do aluguel, podem embolsar a valorização dos imóveis, que ainda estão com preços defasados.

Aplicação em imóveis exige cuidado, dizem consultores:

A renda obtida com aluguéis de imóveis comprados por pessoas físicas ou com a aquisição de cotas de fundos imobiliários passou a ser, nos últimos meses, alvo de interesse dos investidores com perfil conservador.

Até pouco tempo atrás, esse investidor conservador aplicava suas economias em renda fixa. Mas com a queda na taxa básica de juros, a Selic, que baliza essas aplicações e hoje está em 5% ao ano, a menor marca da história, o cenário mudou. E esse investidor conservador tem de buscar outras alternativas para ganhar dinheiro.

Nas contas do gestor de investimentos, Mauro Halfeld, no cenário atual uma aplicação de renda fixa de baixo risco deve render, depois de descontado o Imposto de Renda (IR), cerca de 4% ao ano, dependendo das taxas cobradas pelos fundos de investimentos, corretoras e bancos. “Levando-se em conta que a inflação costuma voltar no Brasil, o brilho da renda fixa acabou”, diz Halfeld.

Já os fundos imobiliários diversificados devem proporcionar ganhos perto de 5% ao ano acima da inflação, calcula ele. E imóveis residenciais pequenos alugados devem gerar renda real de 6% ao ano. Esse rendimento, observa o administrador de investimentos, Fabio Colombo, não leva em conta a valorização do próprio imóvel. Depois de três anos de vacas magras, neste momento, os preços dos aluguéis ainda estão defasados, lembra o administrador.

Apesar de os números indicarem que a renda obtida com a locação direta de imóveis e com fundos imobiliários ser maior do que a proporcionada por aplicações em renda fixa, consultores dizem que o investidor deve ficar atento a alguns detalhes.

No caso dos fundos imobiliários, Colombo ressalta que o investidor tem de levar em consideração o preço da cota. Com a forte demanda por fundos imobiliários, o valor da cota deve subir, o que pode reduzir a rentabilidade. Além disso, quando o investidor compra uma cota de um fundo imobiliário, ele não sabe exatamente em qual projeto o seu dinheiro está sendo aplicado. “No longo prazo, há empreendimentos muito grandes que podem se depreciar e isso é um risco”, alerta.

Quanto à compra de imóvel para locação direta, Colombo lembra que o rendimento líquido pode variar, dependendo de como é pago o IR. Isto é, como pessoa física ou jurídica. 

FONTES: Jornal de Brasília com informações do jornal O Estado de S. Paulo - 03/011/19

TNF-Domingo, 03/11/19 - 21h47min. 




 CONFIRA 5 TENDÊNCIAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2019:

Trabalhando diretamente com imóveis, você já deve ter percebido algumas mudanças na economia. O movimento de melhora está fazendo surgir algumas tendências do mercado imobiliário para 2019.

É interessante que você esteja atento a todas essas novas oportunidades que estão surgindo para aproveitar esse momento de saída da crise e conseguir fazer bons negócios.

Para ajudá-lo a visualizar o otimismo que tomará o mercado imobiliário no próximo ano, criamos uma pequena lista com algumas das principais tendências.

Confira! 

1-Facilidade De Crédito Para Financiamento:

A taxa Selic, Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, é a principal norteadora das operações de crédito no país e, como parte da estratégia para tirar o Brasil da crise, o governo adotou uma postura de queda do indicador.

Como esse índice também é utilizado como taxa básica de juros, a sua diminuição tem um impacto direto sobre a oferta de crédito imobiliário, permitindo um melhor negócio para o consumidor, que terá mais chances de obter um financiamento imobiliário a juros menores.

No ano de 2018, a taxa Selic chegou a 6,5% no primeiro semestre e podemos esperar que se mantenha em um patamar baixo durante o restante do ano e também para 2019, uma vez que a economia está reagindo bem.

Essa diminuição na taxa de juros pode voltar a atrair os investidores para a poupança, já que ela está mais bem cotada, e trazer de volta o otimismo das famílias para poupar seu dinheiro.

Isso faz surgir muitas pessoas interessadas em adquirir a casa própria. Uma dica é ficar atento às oportunidades disponibilizadas pelos bancos e financeiras, que estarão com taxas muito baixas para repassar aos seus clientes.

2. Ampliação Do Programa Minha Casa, Minha Vida:

Lançado em 2009 pelo Governo Federal para auxiliar os brasileiros na aquisição da casa própria, o programa de habitação Minha Casa, Minha Vida já está em sua terceira fase e sofreu algumas mudanças que podem ajudá-lo.

Em seu início, o objetivo era auxiliar apenas famílias de renda muito baixa, o que acabou deixando parte da população descoberta pelo programa e sem a possibilidade de adquirir sua casa própria, uma vez que os preços dos imóveis também subiram.

Visualizando esse problema, o Governo Federal foi aperfeiçoando o programa habitacional, que sofreu mudanças em suas regras. Hoje, famílias com renda bruta de até R$ 9 mil reais podem ser beneficiadas.

Além da ampliação do público-alvo do programa, o teto para os imóveis também subiu em algumas partes do país, buscando se adequar ao mercado regional e à valorização, além da inserção de IMÓVEIS USADOS.

Dessa forma, trabalhar com imóveis nessa faixa de preço pode ser um nicho que terá uma grande procura em 2019, uma vez que diversas famílias que ficaram de fora das primeiras fases do programa vão querer aproveitar a oportunidade.

3. Queda Da Inflação:

A inflação é um dos principais vilões do mercado imobiliário, pois mina a confiança do consumidor, fazendo com que ele desista de compras a longo prazo, como a aquisição de uma casa.

O aumento da inflação, sofrido pelo nosso país nos últimos anos, é um dos responsáveis pela queda na venda de imóveis e pelo esfriamento do setor que, antes, estava superaquecido.

Contudo, estamos vivendo um ciclo de recuperação e espera-se que a inflação não ultrapasse 4,3% no ano de 2018 e mantenha-se abaixo da meta em 2019, criando um cenário muito positivo para a economia.

Nesse ambiente, o setor de construção civil, principal responsável por fornecer novos produtos para o mercado imobiliário, pode atrair novos investidores, estimulando a compra de imóveis.

Sendo assim, as construtoras lançam novos empreendimentos imobiliários e movimentam ainda mais a economia, permitindo que as imobiliárias tenham mais produtos com os quais trabalhar.

Com um maior número de ofertas no mercado e queda de preços, é possível conseguir melhores condições e taxas de juros para os seus clientes e, com isso, fechar bons negócios, que possam deixar consumidores satisfeitos.

4. Aumento Da Confiança Do Consumidor:

Estamos em plena recuperação econômica e a palavra crise já está deixando de ser conversa obrigatória em todos os lugares. Com isso, a confiança por parte dos consumidores está voltando e a ideia de comprar uma casa própria também.

A queda das taxas de juros, as ofertas melhores e a mudança de regras do MINHA CASA MINHA VIDA acabam tendo um impacto direto sobre o otimismo do consumidor, que vê, no mercado, novas oportunidades para investimento de suas economias.

Esse é um momento em que as imobiliárias devem dobrar seus esforços de atração, visando a conquistar esse consumidor otimista e a auxiliá-lo na busca por um imóvel.

5. Utilização De Plataformas Digitais:

As plataformas imobiliárias são um dos movimentos disruptivos mais interessantes do mercado e surgiram graças à transformação digital que vem acontecendo em nossa sociedade.

Esses market places oferecem uma experiência totalmente nova ao consumidor e podem ser uma ótima maneira para que as imobiliárias possam se reinventar e alcançar seu público-alvo.

Algumas tecnologias, como a realidade virtual, permitem que o cliente faça um tour de 360º por toda a propriedade sem ter de sair de sua casa, poupando tempo dos dois lados, do consumidor e do corretor. Sendo assim, agenda-se uma visita real apenas para imóveis que agradaram mais o comprador.

Essa é apenas uma das possibilidades, sendo que ainda podemos contar com atendimento exclusivo e online, cumprindo, assim, com todas as expectativas dos clientes de sua imobiliária e com a necessidade de rapidez do mundo moderno.

As plataformas imobiliárias também permitem criar uma integração entre SITES E SOFTWARES ESPECIALIZADOS, facilitando o trabalho dos corretores para vender imóveis de forma rápida e simples e atendendo vários clientes ao mesmo tempo.

Algumas das plataformas existentes ainda são munidas de softwares de simulação de crédito para auxiliar o cliente a verificar quais as condições e formas de pagamento existentes.

Essas são algumas das principais tendências do mercado imobiliário para 2019 e, para se destacar e fechar mais negócios no próximo ano, é fundamental que você esteja atento a todas elas, buscando aproveitar todas as oportunidades.

FONTE: Blog Moving Imóveis / Publicidade Imobiliária.com

TNF: Quinta-feira, 28/03/19 - Fortaleza-Ceará

 

 




 PROJEÇÕES PARA INVESTIDORES NO MERCADO IMOBILIÁRIO:

 As projeções para o mercado imobiliário de 2019 são muito otimistas para os investidores que buscam boas oportunidades de alcançar uma boa rentabilidade. Após vários anos complicados para o segmento de imóveis, 2017 colocou fim na crise, e 2018 vem se mostrando um ano de consolidação – criando as condições ideais para o crescimento em 2019.

Na prática, o crescimento do mercado imobiliário significa que aumentará a procura pela compra de imóveis por parte da população – gerando um movimento no setor e abrindo novas oportunidades para os investidores. Quanto maior é o número de transações realizadas, melhores são as oportunidades que surgem.

A seguir, confira quais são as projeções para investidores no mercado imobiliário de 2019. Acompanhe.

Quais são as previsões para o mercado imobiliário de 2019?

Os especialistas estimam que o mercado imobiliário começará uma nova fase de crescimento a partir de 2019. Entre os principais motivos que levam a essa conclusão estão a perspectiva de oferta de crédito barato para construção e aquisição de imóveis e um cenário macroeconômico com taxa básica de juros e inflação controladas.

Segundo o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, a expectativa é que a taxa de juros baixa e a inflação sob controle permitam o crescimento do mercado imobiliário a partir de 2019 – e o setor da construção também pode ter um impulso relevante.

Além disso, outro aspecto que contribui para as previsões otimistas para o mercado imobiliário de 2019 é a disposição dos bancos para aprovar financiamentos – uma vez que existem mais recursos à disposição para esse tipo de crédito. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, os excessos de recursos para financiamento de casa própria podem atingir a marca de R$100 bilhões, ou superar esse número até 2020.

Com todas as condições econômicas favoráveis, o crescimento do mercado imobiliário se torna apenas uma consequência natural.

Razões para o otimismo dos investidores

De acordo com dados apresentados na pesquisa Focus do Banco Central, a projeção para o ano de 2019 é que o PIB do Brasil cresça em 2,8% – um valor expressivo em comparação com o crescimento de 1,01% registrado em 2017. Mas como esse desenvolvimento econômico pode impactar nos resultados obtidos por um investidor no mercado imobiliário?

É preciso ter a visão de que muitos fatores externos influenciam no desempenho do mercado imobiliário – afetando o valor de compra e venda, a demanda por imóveis e os ganhos que um investidor pode obter. Todo esse otimismo em relação ao mercado imobiliário de 2019 tem origem em várias razões apontadas pelos especialistas:

Diminuição da taxa de juros

No primeiro semestre de 2018, a taxa de juros básica do mercado teve uma redução para 6,5% – um valor muito baixo quando comparado com as taxas registradas até cinco anos atrás, que beiravam os 14,5%. Com essa tendência de diminuição da taxa de juros, é facilitado o acesso a financiamentos imobiliários e aumenta a confiança do consumidor.

Inflação controlada

A projeção dos economistas para 2019 indica uma inflação de 4,25%, com meta de 4,25% e margem de 1,5 ponto. Trata-se de um valor bastante controlado após ter encerrado o ano de 2016 com avanço de 6,29%.

Além disso, em 2017, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) acumulou alta de 2,79% – que foi o nível mais baixo desde 1998. Segundo a Agência Brasil, a inflação medida pelo IPCA deve ficar em torno de 3,95% no ano de 2018, com meta de 4,5% e margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Redução da taxa de desemprego

Segundo o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), existe uma tendência de recuperação do mercado de trabalho para o ano de 2018. A pontuação do índice registrou 107 pontos em dezembro de 2017 – o melhor resultado desde junho de 2008.

Facilidade do financiamento imobiliário

A dificuldade no acesso a financiamentos imobiliários pela população afeta diretamente o mercado imobiliário. Com a redução da taxa de juros e aumento do otimismo da economia, as instituições financeiras começam a facilitar o acesso a essas linhas de crédito – o que fomenta as transações no mercado imobiliário de 2019.

Diminuição da queda real no preço dos imóveis

Após 10 anos, 2017 foi o primeiro ano em que os preços médios dos imóveis encerraram o período nominalmente menor do que o do ano anterior. Segundo o Índice FipeZap, que acompanha o preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras, o preço nominal dos imóveis teve uma redução de 0,53% entre 2016 e 2017.

Com preços mais atrativos, o mercado imobiliário se torna mais promissor para as famílias que buscam a compra de um imóvel próprio e, também, para os investidores que buscam por boas oportunidades.

Aumento das unidades habitacionais comercializadas

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, o número de unidades habitacionais vendidas em 2017 apresentou um aumento de 32,8% em relação a 2016 – representando um salto de 14.048 para 18.660.

Mesmo que sejam resultados regionais levantados ao final de 2017, eles contribuem para indicar uma tendência positiva para o mercado imobiliário de 2019. O número de unidades habitacionais vendidas é um poderoso indicativo do crescimento do setor.

Como aproveitar as melhores oportunidades de 2019?

Independentemente das condições do mercado imobiliário, o segredo para alcançar bons resultados com os investimentos é o mesmo: encontrar boas oportunidades de compra e revender por valores superiores.

Entretanto, com o crescimento do mercado imobiliário de 2019, a tendência é que os investidores tenham acesso a novas oportunidades e consigam encontrar mais pessoas interessadas na compra de seus imóveis. Com isso, o potencial de lucratividade se torna muito maior.

FONTE: Vitacom.com - Setembro de 2018

TNF: Março de 2019

 




 

LEILÃO DE IMÓVEIS POR BANCOS:

OCUPANTE DE IMÓVEL TOMADO POR BANCO TERÁ PREFERÊNCIA EM LEILÃO, APROVA CCJ:

Quem ocupar imóvel tomado por banco oficial para pagamento de prestações em atraso poderá ter preferência na sua venda em leilão. Essa prioridade está prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 582/2015, aprovado nesta quarta-feira (20) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Foram 16 votos a favor. Ninguém votou contra.

 

A autora do projeto, Simone Tebet, e o relator, Antonio Anastasia, na reunião da CCJ / CRÉDITOS: Geraldo Magela/Agência Senado

A proposta é da presidente do colegiado, senadora Simone Tebet (MDB-MS), e teve como relator Antonio Anastasia (PSDB-MG). O projeto vai agora para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para análise no Plenário do Senado.

A possibilidade aberta pelo projeto se aplicaria à revenda de imóveis residenciais avaliados em menos de 10% do valor máximo dos imóveis financiáveis pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e resgatados por instituição oficial de crédito por inadimplência do mutuário.

Seus ocupantes — sejam eles os próprios mutuários devedores ou não — teriam preferência nessa aquisição, mas sob algumas condições. Teriam, por exemplo, de indenizar o banco financiador em montante correspondente a 0,4% do valor do imóvel por mês de ocupação, além do cumprimento de outras exigências fixadas pelo credor.

O relator aceitou emenda alterando tal percentual para até 0,4%.

— Entendemos que seja mais vantajoso para todos os envolvidos permitir que as instituições possam, conforme o caso, negociar o percentual, pois é possível vislumbrar situações em que o patamar fixo de 0,4%  torne inviável a aquisição do bem pelo ocupante — explicou.

MINHA CASA MINHA VIDA:

Também por meio de emenda, o relator excluiu do projeto os imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida:

— Sabemos lamentavelmente que é muito comum que os adquirentes contemplados com imóvel do programa façam contratos irregulares, transferindo-os a terceiros, que passam a ser os ocupantes de fato dessas casas. Não faria sentido no contexto do Sistema Financeiro da Habitação permitir que esses terceiros fossem beneficiados com a preferência no leilão — justificou.

Simone acredita que a solução apontada pelo projeto vai combater a desvalorização desses imóveis, já que os preços costumam ser rebaixados porque os compradores terão de retirar seus ocupantes após a compra. Além de trazer prejuízos ao agente financiador, essa situação pode levar ao despejo de famílias de boa-fé que poderiam se interessar em adquirir regularmente o imóvel, advertiu Simone.

“Esse projeto permitirá a permanência de milhares de famílias nos locais em que residem e contribuirá, em paralelo, para melhorar a qualidade dos ativos das instituições financeiras oficiais”, reforçou a senadora.

LEI DAS ESTATAIS:

Inicialmente a mudança sugerida pela proposta se dirigia à Lei de Licitações (Lei 8.666, de 1993). Mas, com a entrada em vigor da Lei das Estatais (Lei 13.303, de 2016), Anastasia considerou mais adequado levar para essa legislação as medidas propostas. A  Lei das Estatais tem uma seção específica sobre alienação de bens de empresas públicas e de sociedades de economia mista.

FONTE: Agência Senado de Notícias – 20/03/19 – 14h47min.

TNF: Quinta-feira, 21/03/19 - 10h10min. - Fortaleza - Ceará 

 




 

DISTRATO IMOBILIÁRIO:

TEXTO-BASE DE PROJETO SOBRE DISTRATO IMOBILIÁRIO É APROVADO NO SENADO: 

O texto-base do projeto de lei 68/2018, que fixa direitos e deveres das partes nos casos de rescisão de contratos de aquisição de imóveis em regime de incorporação imobiliária ou loteamento, foi aprovado na noite de hoje (20) no Senado. As emendas do projeto devem ser analisadas na sessão desta quarta-feira (21).

Pelo projeto de lei, o atraso de até 180 dias para a entrega de um imóvel não gerará ônus para a construtora. Entretanto, se houver atraso maior na entrega das chaves, o comprador poderá desfazer o negócio, tendo direito a receber tudo o que pagou de volta, além da multa prevista em contrato, em até 60 dias. Se não houver multa prevista, o cliente terá direito a 1% do valor já desembolsado para cada mês de atraso.

O projeto também permite que as construtoras fiquem com até 50% dos valores pagos pelo consumidor em caso de desistência da compra, quando o empreendimento tiver seu patrimônio separado do da construtora (o chamado de patrimônio de afetação). Para os demais casos, ou seja, fora do patrimônio de afetação, a multa prevista para o consumidor é de até 25%. 

De autoria do deputado Celso Russomano (PRB-SP), a proposta foi rejeitada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado em julho, mas voltou ao Plenário, onde recebeu emendas após um recurso. Com esse manobra, o projeto foi novamente analisado pela comissão, que aprovou o relatório do senador Armando Monteiro (PTB-PE). O texto retornou nesta terça-feira ao Plenário em regime de urgência. 

 




 

CAIXA SUSPENDE MINHA CASA MINHA VIDA PARA FAIXA INTERMEDIÁRIA:

Contratação para quem ganha até R$ 2,6 mil será retomada em 2019.

A Caixa anunciou nesta terça-feira (13) que suspendeu, por falta de recursos, a contratação de novas unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida para a faixa 1,5, voltada para famílias com renda mensal máxima de até R$ 2,6 mil.

De acordo com o banco, o orçamento para esta linha de crédito imobiliário foi “utilizado em sua totalidade” e as contratações do programa para esta faixa serão retomadas no início de 2019.

Em comunicado, a Caixa informou que somente a faixa 1,5 foi suspensa, todas as outras linhas de crédito continuam contratando novas unidades. As diferentes faixas do programa usam fontes de financiamento diversas. A faixa 1,5 é financiada com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O orçamento do Minha Casa, Minha Vida para 2018 é de R$ 57,4 bilhões. “Até o momento, foram contratadas cerca de 4,7 milhões de unidades habitacionais.”, informou o comunicado.

Publicado em 13/11/2018 - 18h55min. - Por Agência Brasil - Brasília

TNF: Terça-feira, 13/11/18 - 23h06min. - Fortaleza

 




 

MINHA CASA MINHA VIDA:

Câmara aprova aplicação de 25% dos recursos do MCMV 

cidades pequenas.  Projeto segue para análise do Senado, a não ser que

haja recurso para votação pelo Plenário

Cléa Viana - Câmara dos Deputados

Reunião ordinária. Dep. Daniel Vilela (MDB - GO)
Daniel Vilela apresentou parecer pela aprovação da proposta

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (31) proposta que determina a aplicação de no mínimo 25% dos recursos do programa Minha Casa, Minha Vida em projetos de habitações de interesse social situados em municípios com menos de 50 mil habitantes.

O projeto (PL 1722/15) foi apresentado pelo deputado Hildo Rocha (MDB-MA) e recebeu parecer favorável do relator, deputado Daniel Vilela (MDB-GO), que fez apenas alguns ajustes técnicos ao texto. A proposta altera a lei que criou o Minha Casa Minha Vida (11.977/09). 

O texto aprovado, conforme substitutivo da Comissão de Desenvolvimento Urbano, modificou a proposta original e reduziu de 40% para 25% a aplicação mínima de recursos do programa habitacional em moradias de interesse social nas cidades com menos de 50 mil habitantes.

Tramitação
O projeto tramitou em caráter conclusivo e segue para análise do Senado, a não ser que haja recurso para votação pelo Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:  PL-1722/2015

FONTE: Agência Câmara de Notícias - 31/10/18
Reportagem – Paula Bittar - Edição – Wilson Silveira

 




 

NA EUROPA:

EVENTO REÚNE ESPECIALISTAS INTERNACIONAIS DO MERCADO IMOBILIÁRIO:


Depois do sucesso alcançado na edição de 2017, a segunda edição do Imocionate iTec, acontecerá no próximo dia 29 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa.

Trata-se de um evento global que pretende juntar várias visões e opiniões para que a diversidade de experiências se traduza num enriquecimento que potencie, não só, o desenvolvimento da intermediação imobiliária, mas também o crescimento sustentável do setor. Palestrantes internacionais irão compartilhar o conhecimento sobre o papel da tecnologia nas várias etapas do processo de intermediação imobiliária.

Entre os vários especialistas que marcarão presença no Imocionate iTec 2018 destaque para Jay Thompson, ex-diretor de Industry Outreach do Zillow Group. Criatividade será um dos temas principais da palestra de Joah Santos, Chief Creative Strategist da NYLON, agência criativa.

Sobre o tema criatividade, um dos temas principais da palestra, falará Joah Sanos, Chief Creative Strategist da NYLON, da agência criativa.

Do Brasil, Sergio Langer, sócio e fundador da Hosher, agência digital especializada no mercado imobiliário, falará sobre as tecnologias que irão transformar a intermediação imobiliária nos próximos anos.

O mercado imobiliário de Portugal:

O mercado imobiliário de Portugal, vive um ótimo momento. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o número total de imóveis comercializados está em franco crescimento desde 2014.

Em 2017, Portugal recebeu um volume total de U$ 2,1 bilhões em transações, um crescimento de 61% em relação a 2016, de acordo com o relatório Global Investment Atlas 2018, da consultoria Cushman & Wakefield. Mais de 20% dos imóveis são comprados por estrangeiros. A França aparece na primeira posição do ranking. Em segundo lugar está o Reino Unido seguido do Brasil.

Segundo a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) a aquisição de imóveis por brasileiros é a que mais cresceu nos últimos anos. Lisboa e Porto são as cidades preferidas pelos brasileiros.

De acordo com informações do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), cerca de 85 mil brasileiros vivem em Portugal.

O governo português tem aprimorado as formas de acesso a quem está disposto a investir no país. Um dos vistos mais solicitados é o Golden Visa, que garante pelo menos cinco anos de residência e possibilidade de requerer cidadania, com um investimento a partir de 500 mil euros em imóveis.

FONTE: Revista Exame-Por Dino-29 out 2018, 08h32min

TNF: Terça-feira, 30/10/18 - 11h05min.

 




 

LIMITE DE FINANCIAMENTO:

CONSELHO MONETÁRIO ANTECIPA NOVO LIMITE DE FINANCIAMENTO PELO SFH:

 

PREVISTA PARA ENTRAR EM VIGOR EM JANEIRO, A ELEVAÇÃO DOS LIMITES DE FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS PELO SISTEMA FINANCEIRO DA HABITAÇÃO (SFH) FOI ANTECIPADA PARA AMANHÃ (30). A DECISÃO É DO CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN).

COM A MEDIDA, OS MUTUÁRIOS PODERÃO FINANCIAR IMÓVEIS DE ATÉ R$ 1,5 MILHÃO COM JUROS MENORES QUE AS TAXAS DE MERCADO, EM TODO O PAÍS. ATUALMENTE, O TETO PARA FINANCIAMENTOS DO SFH CORRESPONDE A R$ 950 MIL NOS ESTADOS DO RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, MINAS GERAIS E NO DISTRITO FEDERAL. NO RESTO DO PAÍS, O LIMITE DE FINANCIAMENTO É R$ 800 MIL.

CONCEDIDOS COM RECURSOS DO FGTS E DA POUPANÇA, OS FINANCIAMENTOS DO SFH COBRAM JUROS DE ATÉ 12% AO ANO. ACIMA DESSES VALORES, VALEM AS NORMAS DO SISTEMA FINANCEIRO IMOBILIÁRIO (SFI), COM TAXAS MAIS ALTAS E DEFINIDAS LIVREMENTE PELO MERCADO.

SEGUNDO O CHEFE DO DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO, JOÃO ANDRÉ PEREIRA, A ANTECIPAÇÃO DO NOVO TETO FOI UMA DEMANDA DOS PRÓPRIOS BANCOS, QUE NÃO PRECISARÃO ATUALIZAR OS SISTEMAS PARA SE ADAPTAREM À ELEVAÇÃO DO LIMITE. “A MUDANÇA TRAZ POUCO IMPACTO OPERACIONAL PARA OS BANCOS, MAS ELES DISSERAM QUE SERIA RELEVANTE PARA O MERCADO IMOBILIÁRIO COMO UM TODO”, DISSE.

TETO  PERMANENTE:

EM NOVEMBRO DE 2016, O CMN TINHA REAJUSTADO O TETO DE FINANCIAMENTO DE IMÓVEIS PELO SFH DE R$ 650 MIL PARA R$ 800 MIL, NA MAIOR PARTE DO PAÍS, E DE R$ 750 MIL PARA R$ 950 MIL NO DISTRITO FEDERAL, EM MINAS GERAIS, NO RIO DE JANEIRO E EM SÃO PAULO. EM FEVEREIRO DO ANO PASSADO, O LIMITE FOI REAJUSTADO PARA R$ 1,5 MILHÃO POR UNIDADE EM TODAS AS REGIÕES DO PAÍS, VALOR QUE VIGOROU ATÉ O FIM DO ANO PASSADO.

EM JANEIRO DESTE ANO, TINHAM PASSADO A VALER O TETO ANTERIOR, DE R$ 950 MIL, PARA QUATRO UNIDADES DA FEDERAÇÃO, E DE R$ 750 MIL NO RESTANTE DO PAÍS. A RESTAURAÇÃO DO LIMITE DE R$ 1,5 MILHÃO TINHA SIDO ANUNCIADA NO FIM DE JULHO, PARA ENTRAR EM VIGOR EM JANEIRO. SEGUNDO O BC, O NOVO TETO UNIFICADO SERÁ PERMANENTE.

FONTE: Agência Brasil de Notícias

TNF: Terça-feira, 30/10/18 - 10h55min. 

 




 

PUNIÇÃO:

CONSTRUTORA INDENIZARÁ POR PROBLEMAS EM IMÓVEL QUE IMPEDIRAM

INSTALAÇÃO DE LINHA TELEFÔNICA. DECISÃO É DA JUSTIÇA DO PARANÁ.

 

A Justiça do Paraná condenou uma construtora a reembolsar e indenizar consumidores que tiveram problemas logo após a mudança para o imóvel comprado.  Os consumidores afirmaram que após a mudança contrataram serviço de telefonia, porém, quando a empresa foi instalar a linha telefônica as tubulações para passagem dos cabos estavam entupidos.  Embora tenham contatado a construtora para verificar e solucionar o problema, não obtiveram sucesso, pois a empresa vistoriou mas não solucionou o problema. Assim, contrataram terceiros para realizar o serviço e pagaram por isso.

t

CRÉDITOS: Jusbrasil/Vinhas Advogados Associados

A juíza leiga Magali E. Vera Caetano, do Juizado Especial Cível do Foro Regional de Araucária, ao julgar procedentes os pedidos dos autores, consignou que pelas mensagens acostadas à inicial, os autores tentaram de todas as maneiras que a requerida resolvesse o problema, decorrente da construção, porém, sem sucesso.

Das mensagens, verifica-se que os autores perderam dia de trabalho para esperar alguém que viesse solucionar o problema. (...) O imóvel foi adquirido pelos autores, que pagaram o preço, e possuem o direito de receber um produto que atenda os seus interesses e necessidades, o que não ocorreu no caso em tela.”

Assim, a juíza leiga condenou a construtora a reembolsar os autores em R$ 300,00 pelos danos materiais e pagar indenização por dano moral no valor de R$ 500,00 para cada autor. O projeto de sentença foi homologado pelo juiz de Direito Carlos Alberto Costa Ritzmann.   Processo: 0010709-08.2017.8.16.0025

FONTES: Jusbrasil/Vinhas Advogados Associados/Migalhas - 29/10/18

TNF: Segunda-feira, 29/10/18 - 11h56min.

 




 

SISTEMA MCMV:

GIGANTES DA CONSTRUÇÃO ENTRAM NA HABITAÇÃO POPULAR.  

EMBORA A CONSTRUÇÃO APRESENTE GRANDE DIFICULDADE PARA SAIR

DA CRISE,  O SEGMENTO PARA BAIXA RENDA SE MOSTRA RESILIENTE.

 

De olho em um mercado mais resiliente à crise, grandes incorporadoras com tradição em imóveis de médio e alto padrão se lançam à habitação popular.

A Cyrela, segunda maior do setor em valor de mercado na Bolsa, anunciou seu retorno ao segmento com projetos próprios após seis anos.

A incorporadora acaba de criar a Vivaz, braço do grupo para atuar no Minha Casa Minha Vida (MCMV).

O primeiro lançamento é em Itaquera, na zona leste de São Paulo. Há mais um projeto previsto para sair até o início de 2019 na zona norte e um terceiro, também para o próximo ano, em Taboão da Serra, na região metropolitana.

A Eztec, terceira maior na Bolsa, criou uma nova marca, a Fit Casa, para lançar neste ano seu primeiro empreendimento enquadrado no MCMV, no Brás, na região central.

"Adquirimos o terreno em 2015. Imaginamos que seria um produto para atrair público para o centro. Com a economia em desaceleração, mas ainda muita força nas vendas do MCMV, decidimos destinar a área para esse segmento [popular]", diz Emilio Fugazza, diretor financeiro e de relações com investidores da Eztec.

Embora a construção apresente grande dificuldade para sair da crise, o segmento para baixa renda se mostra resiliente porque tem a demanda consistente de quem busca a primeira moradia, além de financiamento facilitado.

Dados da Abrainc (associação das incorporadoras) mostram que, em um ano até julho, as vendas de médio e alto padrão caíram 0,5% em relação aos 12 meses anteriores; no MCMV, subiram 24,3%.

"A gente sempre olhou para esse segmento [popular]. Ao longo do tempo, analisamos se de fato era sustentável e veio para ficar ou se era algo passageiro. Entendemos que é uma tendência que deve durar", diz Felipe Cunha, diretor de incorporação das marcas Living e Vivaz, da Cyrela.

Em 2006, o grupo criou a Living para atuar com parceiros no segmento econômico. Três anos depois, começou a desenvolver seus próprios projetos.

Porém, em 2012, a Cyrela decidiu reposicionar a marca para o médio padrão.

Desde então, o grupo vinha atuando no MCMV através das joint ventures com Cury e Plano & Plano –detém 50% de cada. Segundo Cunha, essas iniciativas devem continuar.

Fábio Cury, presidente da Cury, afirma que a Vivaz é uma concorrente como qualquer outra e a volta do grupo significa que o mercado ainda tem espaço para crescer.

A Cyrela não definiu a fatia da Vivaz em seu portfólio, mas Cunha diz acreditar que a operação própria no MCMV pode representar de 15% a 20%.

A Eztec, que destinou destinou cinco terrenos, contando o do Brás, para projetos voltados à baixa renda, estima que em 14 meses o segmento econômico deverá representar até 30% dos seus lançamentos.

Até o fim de 2019, estão previstos mais um lançamento em São Paulo e outros em Guarulhos, São Bernardo do Campo e Poá.

Incorporadoras admitem que a recuperação do mercado imobiliário deve vir em patamar abaixo daquele observado no boom de 2011 a 2014.

Para Fugazza, da Eztec, perspectivas de reformas fiscais e bons planos econômicos, aliados a taxas de juros perto de mínimas históricas, podem levar o mercado a um novo ciclo de crescimento, porém mais curto, de dois anos.

Cunha, da Cyrela, diz que a incorporadora também enxerga uma retomada mais gradativa.

"Não vemos um boom nos próximos ciclos. Vamos ter crescimento, sim, mas bem mais suave", afirma.

Neste ano, a Cyrela lançou em parceria com o Banco Ourinvest um fundo imobiliário, em que deve atuar como espécie de consultora.

Em julho, anunciou a criação da CashMe, fintech especializada na análise de crédito com imóvel de garantia. Com informações da Folhapress.

FONTE: Notícias ao Minuto - 16/10/18 

TNF: Terça-feira, 16/10/18 - 12h46min.

 




 

DIFERENÇA:

POR QUE QUANTO MAIS ALTO É O ANDAR DO APARTAMENTO, MAIS CARO ELE FICA?  VEJA A RESPOSTA NO VÍDEO DE FINANÇAS PESSOAIS  COM O ESPECIALISTA MARCELO PRATA. 

 

CRÉDITOS: Youtube/Exame Online 

Por Manuel Pereira

 




 

PREOCUPAÇÃO:

FGTS COMO GARANTIA DE EMPRÉSTIMO PREOCUPA MERCADO IMOBILIÁRIO:

Associação Brasileira das Incorporadoras avalia que mudanças nas regras podem prejudicar a principal fonte de recursos de financiamento do setor imobiliário e desencorajar lançamentos.

 

 

São Paulo – Na tentativa de aumentar o volume de dinheiro em circulação no país e injetar ânimo extra na economia neste último trimestre do ano, ao liberar a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia de empréstimos, o governo poderá prejudicar um outro importante setor produtivo brasileiro: o mercado imobiliário.

Isso porque a destinação de parte dos R$ 190 bilhões que estão depositados em contas da Caixa para outras finalidades ameaça reduzir o volume de recursos que antes eram destinados exclusivamente para habitação, saneamento e infraestrutura, segundo avaliação do presidente da Associação Brasileira das Incorporadoras (Abrainc), Luiz França.

“Se o dinheiro ficar escasso, a fórmula bem-sucedida do FGTS para indústria da construção estará em risco”, afirmou o executivo. “Isso nos preocupa bastante, especialmente porque pode afetar mais o segmento de baixa renda, que vinha apresentando um bom desempenho mesmo nos períodos mais agudos da crise dos últimos anos e da alta do desemprego.”

De acordo com França, a fórmula de utilização do FGTS precisa ser mantida para também não gerar ainda mais incertezas e, por consequência, desencorajar novos investimentos e lançamentos. “Especialmente no segmento da média e alta renda, há por parte dos consumidores um movimento de adiamento da decisão de compra, em decorrência da crise e do ambiente de insegurança gerado pelas eleições”, afirma o presidente da Abrainc.

Segundo o presidente da Caixa, Nelson de Souza, não há motivos para preocupações. A tese é que, ao colocar um fundo bilionário como endosso para a liberação de crédito, haverá um movimento de reaquecimento da atividade econômica, com redução do desemprego e aumento do PIB. Além disso, argumenta o executivo, vincular o FGTS como garantia de empréstimo representa saque dos valores depositados.

“Mesmo se houver uma inadimplência de 5% a 7%, que é uma média do mercado de crédito, o impacto ao sistema do fundo é pouco significativo”, diz o economista Paulo Pereira Franco, professor da Fesp-SP. “Mas é improvável que essa linha de financiamento tenha problemas com falta de pagamento, já que para ter acesso ao empréstimo é preciso estar empregado e atender a todos os demais critérios de análise dos bancos.”

A utilização do FGTS como garantia de empréstimos está sendo oferecida desde 26 de setembro pela Caixa. O governo já negocia a mesma linha com o Banco do Brasil. Outras instituições financeiras, inclusive as privadas, também poderão adotar a mesma modalidade, desde que firmem convênios com as empresas para que os trabalhadores possam contratar o empréstimo.

Os juros da nova modalidade não poderão ultrapassar, por lei, 3,5% ao mês. Na Caixa, as taxas mínimas no consignado com FGTS partem de 2,46%. O prazo de pagamento é de até 48 meses. Cerca de 37 milhões de trabalhadores no país têm contas vinculadas ao FGTS, segundo dados do Ministério do Trabalho. Pelas contas da Caixa, se metade dos trabalhadores solicitar esse tipo de crédito pessoal, haverá uma injeção de R$ 37 bilhões na economia brasileira.

PERSPECTIVA Apesar das incertezas em relação às consequências das novas medidas de crédito sobre o setor imobiliário, Luiz França, da Abrainc, acredita que o setor poderá ser beneficiado no próximo ano com a formação de um novo governo, que será definido nas eleições deste mês. Para ele, a necessidade de estimular a economia e a geração de empregos passa pela definição de uma política de estímulo à indústria da construção.

“Tudo dependerá de como o próprio presidente eleito conduzirá a recuperação da economia, mas tenho visto que todos eles concordam que é fundamental reduzir o déficit habitacional e gerar um clima de mais confiança para que as pessoas possam adquirir imóveis e contrair financiamentos de longo prazo.”
FONTE: Portal Estado de Minas -  atualizado em 03/10/2018 10h28min
TRANSCRITO POR: Manuel Pereira



 

EXPECTATIVA:

MERCADO IMOBILIÁRIO VOLTA A INSPIRAR CONFIANÇA:

Procura por empreendimentos na região metropolitana do Estado se destaca apresentando expectativa de crescimento.
Muito avesso à crise, o mercado imobiliário vem demonstrando um otimismo sem paralelo. Principalmente no ano de 2018, as projeções mostram que a queda na demanda não existe mais. O que vemos hoje é justamente o contrário; a procura muitas vezes supera a oferta, e as construtoras correm para apresentar mais lançamentos ao público.   “De 2012 para cá, as empresas fizeram um reajuste de tamanho devido ao retrocesso. Antes possuíamos um volume de 32 mil unidades em construção, hoje caiu para 12 mil unidades.     
Chegamos a ter 64 mil empregos em 2012 e em 2018 esse número atingiu os 34 mil. Entretanto, o que se espera para 2019 é que esses números aumentem, o que representa um bom nível de confiança que está sendo retomado pelo mercado imobiliário”, explica Paulo Baraona, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Espírito Santo (SINDUSCON-ES).     
Uma das variáveis que podem afetar esse crescimento são as eleições deste ano, de acordo com o dirigente. Uma vez que o presidente da República escolhido pelas urnas continue com as propostas de reforma que estão em pauta atualmente, no Congresso, esse panorama de avanço tende a continuar. 
   
“O Brasil precisa que as reformas continuem. O país começa todo ano com um déficit de mais de R$ 200 bilhões por causa da Previdência. É a mesma coisa que uma empresa começar o ano devendo. Nós temos esse problema, então todos nós sabemos que é imprescindível que as reformas continuem.   
Se elas continuarem, independentemente de quem seja o presidente, evidentemente que o mercado vai sentir segurança para seguir investindo. O que não pode é o governo gastar mais do que arrecada”, ressaltou o presidente do SINDUSCON.   
   
O imóvel é um investimento seguro. Toda construtora, hoje, está lançando com responsabilidade,   
isso provoca um mercado equilibrado, que favorece a todos” José Luís Galvêas, presidente da Galwan
Segundo Baraona, “com os juros relativamente baixos, em relação aos patamares anteriores, consequentemente o imóvel se torna um investimento seguro e acessível. Desde as construções do Minha Casa Minha Vida, que representam hoje cerca de 65% dos lançamentos, até os apartamentos de dois quartos, hoje em dia os mais procurados, principalmente, pela classe B, de jovens por volta dos 35 anos profissionais liberais e que estão começando a constituir seus núcleos familiares”.
TENDÊNCIAS:  
Quanto às novas tendências do mercado que estão surgindo, Paulo ressalta que “uma das grandes mudanças é que os apartamentos estão se tornando cada vez mais compactos, o condomínio passará a ter restaurante e áreas comuns, o apartamento servirá apenas como quarto.    
Essas tendências vêm se firmando através das mídias sociais, e o empresário precisa prestar atenção, elas chegam com muita velocidade, e isso modifica um pouco a configuração da residência”.   “É um momento bom para quem está querendo comprar e financiar, um momento bom para negociar com os bancos, pois eles estão disponíveis para trazer taxas melhores e estão com recurso para isso” – Sandro Carlesso, presidente da Ademi-ES   
Em contrapartida, existe aquela parcela conservadora, que ainda busca imóveis mais tradicionais. “Nós precisamos ficar atentos a essas tendências, como essas mudanças vão repercutir no mercado. Isso somente as pesquisas poderão dizer e, a partir daí, encaminhar as decisões das empresas, que são absolutamente particulares.”   Um bom exemplo das novidades que começam a chegar ao mercado imobiliário é o WL Prime, próximo lançamento da WL Empreendimentos. Carlos Eduardo Calmon, arquiteto responsável pela moderna e luxuosa construção, situada na Praia do Canto, em Vitória, explica o conceito adotado em torno dessas novas tendências para a elaboração do projeto.    “Serão apartamentos de dois quartos, grandes ou compactos, dentro de uma mesma torre.     
Segundo Baraona, “com os juros relativamente baixos, em relação aos patamares anteriores, consequentemente o imóvel se torna um investimento seguro e acessível. Desde as construções do Minha Casa Minha Vida, que representam hoje cerca de 65% dos lançamentos, até os apartamentos de dois quartos, hoje em dia os mais procurados, principalmente, pela classe B, de jovens por volta dos 35 anos profissionais liberais e que estão começando a constituir seus núcleos familiares”.   Fonte:32º Censo Imobiliário/Julho 2017 – Sinduscon-ES      
O conceito desse empreendimento é fazer um residencial butique, com um design moderno, uma linha arquitetônica diferenciada, não encontrada nos outros empreendimentos da Praia do Canto, uma espécie de produto exclusivo, agregando valor, utilizando tecnologia e design”, explica o arquiteto.    De acordo com Carlos Eduardo, “este será um dos primeiros empreendimentos a ser entregues na região da Grande Vitória com sistema automatizado e tecnologia de ponta.    O conceito desse empreendimento é fazer um residencial butique, com um design moderno, uma linha arquitetônica diferenciada 
   
Permitirá que o proprietário, através de um tablet, automatize a televisão, o ar-condicionado, a cortina etc. Terá, também, um sistema de aspiração central na torre, que dispensará o aspirador de pó em casa; é só varrer para o rodapé, perto da parede, que o sistema central consegue aspirar o apartamento todo”.     Outra grande novidade, e que segundo especialistas será a partir da agora mais comum nos lançamentos, são as vagas de garagem adaptadas para tomadas de carro elétrico. “No WL Prime, cada unidade terá duas vagas, sendo que uma delas com disponibilidade de estação de recarga para carros elétricos, bastando instalar o bocal”, informa Carlos.      
Tendência também marcante e que estará presente nesse lançamento é o business lounge no acesso principal. Segundo os construtores, o lobby. No caso, a recepção do prédio, que em grande parte é um espaço pouco utilizado nas construções contemporâneas, vai se transformar num ambiente comum, um espaço gourmet bem versátil, onde o proprietário do imóvel poderá atender tanto o visitante quanto um cliente, um fornecedor ou, até mesmo, sócios para diferentes tipos de reunião, seja formal, seja informal.    
Esse ambiente pode ser utilizado de três maneiras, como churrasqueira, como salão gourmet ou como sala de jogos, onde a mesa de sinuca vira também uma mesa de jantar”, detalha Luiz Eugênio Pacheco, gerente comercial da WL Empreendimentos.    Nesse caso, o espaço gourmet se transforma numa extensão do apartamento. “É uma tendência que, cada vez mais, vem sendo um diferencial na hora da compra do imóvel próprio. Os consumidores, em sua maioria adultos jovens, na faixa dos 30 anos, iniciando uma vida independente, das classes A e B, profissionais liberais, estão à procura de prédios onde a recepção de visitantes possa ocorrer em áreas comuns, e o apartamento seja utilizado apenas como sua residência, para dormir e interagir com o núcleo familiar”, completa Luiz Eugênio.    
AQUECIMENTO:
Em relação à demanda, é senso comum que ela vem aumentando de modo gradativo, sobretudo neste ano de 2018, diferentemente dos estoques de imóveis, cada vez mais baixos. Samir Ginaid, diretor comercial da Lorenge, atribui esse crescimento da procura a uma mudança no cenário econômico nacional, que vem favorecendo o consumo desse tipo de bem.  “Essa é uma demanda orgânica. Com crise ou sem crise, as pessoas continuam casando, os filhos saindo de casa… O cenário de juros vem melhorando muito e a inflação também, a estabilidade da inflação já é uma realidade. Nós vivemos um ou dois anos atrás, num cenário de inflação alta; hoje em dia, não tem expectativa disso, e sim de uma inflação dentro da meta ou abaixo dela”, explica.   
Solar Mata da Praia, empreendimento que a Galwan está lançando na Mata da Praia. A velocidade das adesões mostrou que o mercado está em processo de retomada . Em contrapartida, com essa queda dos juros que rentabilizam o dinheiro do investidor, o mercado não é mais propício para quem quer deixar o dinheiro parado no banco rendendo.   
“A possibilidade de pegar um empréstimo com melhor taxa, tendo mais crédito, mais banco emprestando, estimula o apetite das pessoas que estão nessa esperança. É um momento que ajuda o crédito positivo. 
 

 




 

SEMANA DO MERCADO IMOBILIÁRIO:

PROGRAMAÇÃO EVIDENCIA NOVO PERFIL DO CLIENTE.

A segunda Semana do Mercado Imobiliário de Santa Cruz do Sul vai mobilizar corretores e demais profissionais que atuam no segmento. A programação começa nesta segunda-feira, no auditório da Assemp, na Rua Oscar Jost, 1.571, e vai contar com cinco palestras de atualização. O principal objetivo do encontro é qualificar os profissionais para a nova realidade do mercado.

IMAGEM: Gazeta - Cátia: apoio deve ir muito além da venda

Trata-se, segundo a presidente da Sociedade das Empresas Imobiliárias de Santa Cruz do Sul (Seisc) e organizadora do evento, Cátia Riesch, de uma atualização necessária frente às novas experiências de consumo. “O cliente de hoje não quer mais que o corretor simplesmente venda só o imóvel. Ele exige que esse profissional entenda ou pelo menos oriente para outras áreas, como contabilidade, arquitetura ou mesmo para a parte fiscal”, complementa. Diferente do ano passado, quando as palestras do evento foram mais técnicas, em 2018 elas serão focadas na compreensão e profissionalização das práticas de comportamento.

Todas as palestras, workshops e cursos da Semana do Mercado Imobiliário ocorrerão a partir das 19 horas e vão focar nas áreas da corretagem, locação e administração de imóveis. A Sociedade das Empresas Imobiliárias de Santa Cruz do Sul (Seisc) foi formada em 2001 e conta hoje com 23 associados. A organização não tem fins lucrativos e é usada como instrumento da profissão.

AGENDE-SE:  

SEGUNDA-FEIRA-27/08/18:

 Como atrair, conquistar e manter clientes-o passo a passo da fidelização. Letícia Borges, administradora e pós-graduada em Marketing; 

TERÇA-FEIRA-28/08/18: 

O comportamento do corretor e seu reflexo nas reações dos clientes: como impactar positivamente?Johanna Breuning, psicóloga e mestranda em educação.  

QUARTA-FEIRA-29/08/18: 

Soluções para locações de imóveis;   De Lucca Junior, coaching (São Paulo).  

QUINTA-FEIRA-30/08/18:  

Corretores de alta perfomance ; Anderson Govoni, life coach e orientador educacional (Gravataí).

FONTE: Gazeta Online-24/08/2018 00h49min.

TNF: Sábado, 25/08/18 - 02h23min. 

 




 

TERRENOS: 

PRÁTICA COMUM NO MERCADO IMOBILIÁRIO PODE FAZER

DONOS DE TERRENOS OBTEREM ATÉ 80% A MAIS PELA VENDA DO LOTE.

Os proprietários de terrenos que buscam vender suas terras no mercado a vista, isto é, o vendedor recebe em dinheiro no ato da venda, podem estar deixando de ganhar até 80% a mais do que o valor de mercado do terreno, segundo especialistas no setor. Em um terreno que possui o valor de mercado de R$ 1 milhão o proprietário pode estar deixando de embolsar R$ 800 mil adicionais. No mercado imobiliário existe uma prática muito comum, a permuta de terreno por incorporação futura no local, onde o dono do lote fica com uma ou mais unidades do empreendimento construído.

 

CRÉDITOS: Pixabay/Dino

Este tipo de negociação é interessante tanto para o proprietário do terreno, quanto para as incorporadoras, já que estas não precisarão se descapitalizar logo no início do empreendimento. O mercado de incorporações imobiliárias, é um ambiente de operações complexas e de concorrência feroz. As construtoras e incorporadoras adotam diversas estratégias para conseguir explorar seu potencial ao máximo. E a permuta com os donos de terrenos é a principal ferramenta que elas possuem para viabilizar o maior número de negócios possível, garantindo assim maior alavancagem financeira da empresa. Especialistas do setor estimam que hoje em dia, 70% das aquisições de terrenos feitas pelas incorporadoras sejam desta forma. 

A permuta de imóveis está prevista no artigo 533 do Código Civil Brasileiro. Nada mais é do que a troca. Existe a permuta simples que é quando se troca um imóvel por outro, ambos existentes e tem também a permuta por incorporação futura. A troca de algo real e tangível (terreno) por algo que ainda não se concretizou (unidade a ser construída) foi consagrada pela Lei 4.591/1964 (Lei do Condomínio em Edificações e das Incorporações Imobiliárias), em seu artigo 39, ao dispor que: "nas incorporações em que a aquisição do terreno se der com pagamento total ou parcial em unidades a serem construídas, deverão ser discriminadas em todos os documentos de ajuste: II - a quota parte da área das unidades a serem entregues em pagamento do terreno…".

Para os interessados neste tipo de transação, é fundamental que busquem informações acerca de sua natureza jurídica para que não sejam surpreendidos com detalhes desagradáveis depois de o negócio já estar fechado e as obras iniciadas, quando raramente irão conseguir um distrato. É possível encontrar mais informações na própria internet, em sites especializados no assunto, como é o caso do site da Prospera Construtora, que disponibiliza conteúdo relevante e gratuito sobre o tema. Nele o visitante encontra tudo o que precisa saber para decidir se a permuta realmente é o melhor a ser feito de fato ou não.

FONTE: Portal Terra - Dino - 23/08/2018 - 14h42min.

TNF: Sábado, 25/08/18 - 01h38min.

 




 

BOAS PESPECTIVAS:

AS MAIORES TENDÊNCIAS PARA O MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2018 / 2019.

O mercado imobiliário deve ter uma nova fase de crescimento a partir de 2019, sustentando pela perspectiva de oferta de crédito barato para construção e aquisição de imóveis, em meio a um cenário macroeconômico com taxa básica de juros em torno de 8% ao ano e inflação estabilizada no patamar de 3% a 4%.

“A expectativa é que entremos em um novo ciclo de crescimento do mercado imobiliário a partir de 2019”, afirmou Petrucci durante palestra na Convenção Secovi, que reúne empresários do setor. “Acredito que teremos um País em que não estamos acostumamos a trabalhar, com taxa de juros baixa e inflação sob controle.”

O levantamento do mercado imobiliário só deve ganhar corpo entre os últimos meses de 2018 e início de 2019, de acordo com expectativas de empresários, os problemas econômicos ainda pesam muito sobre a região – dependente da indústria do petróleo – ao contrário de outras praças onde a comercialização de imóveis já deu sinais de reaquecimento. Além disso, as turbulências políticas também contribuem com incertezas sobre o futuro do estado, que vive sérios problemas fiscais.

O volume de novos empreendimentos chegou ao menor nível da década, de acordo com dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ). A pesquisa da entidade mostra que foram lançadas 2.015 unidades no primeiro semestre de 2017, montante 31% menor do que no mesmo período de 2016. O resultado também ficou 80% abaixo do primeiro semestre de 2011, quando o setor teve um pico de 10.265 unidades lançadas, considerando apartamentos, salas comerciais e quartos de hotel.

Pondera – se que o mau desempenho do mercado é um reflexo do caos financeiros e político no país, com desemprego elevado, atraso de salários de trabalhadores públicos e incertezas sobre o futuro da região.

Diante disso, falta confiança de consumidores para comprometer a renda com a compra de um imóvel. “A recuperação do mercado imobiliário só ocorrerá quando surgirem soluções para esses problemas.

Com adesão da Caixa, a taxa de juros caiu de 10,25% para 9% e isso significa mais poder de compra na casa própria para o consumidor.

Além disso, a porcentagem do que pode ser financiado no preço do imóvel aumentou, subindo de 50% para 70%.

A Caixa voltou a aceitar transferência de financiamentos que estavam sendo feitos em outros bancos. Com isso, há uma enorme contribuição para o aquecimento do ramo.

FONTE: Revista Exame - Por Dino access_time 21/08/2018, 10h53min.

TNF: Terça-feira, 21/08/18 - 22h41

 




VENDAS NO MERCADO IMOBILIÁRIO SOBEM 17,3% NO 2º TRIMESTRE:

Alta na comparação com 2017 foi de 32% - Região Sudeste liderou crescimento.

As vendas de imóveis no país no 2º trimestre de 2018 apresentaram alta de 17,3% em relação aos primeiros 3 meses do ano. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 32,1%. Os dados (íntegra) foram divulgados nesta 2ª feira (20.ago.2018) pela Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).O lançamento de imóveis também cresceu no 2º trimestre de 2018: alta de 19,9% sobre o mesmo período de 2017. Na comparação com o trimestre anterior, o aumento foi de 119,7%. No total, foram 25.485 unidades residenciais lançadas no 2º trimestre deste ano, contra 21.257 no mesmo trimestre do ano passado. Foram vendidas 29.951 residências no 2º trimestre de 2018, ante 22.561 no 2º trimestre de 2017.  O Sudeste foi a região que mais lançou e vendeu no mercado imobiliário no 2º trimestre de 2018, dominando 59,5% dos lançamentos e 50,4% das vendas. O Nordeste vem em seguida com 15,3% dos lançamentos e 26,6% das vendas.

FONTE: Poder 360 Gráus - 20.ago.2018 (segunda-feira) - 12h36min. atualizado:  



 

ALUGUEL: 

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA ALUGAR UM IMÓVEL: 

A conquista da casa própria está no topo da lista de desejos da maioria dos brasileiros. Mas, para isso é preciso ter dinheiro para pagar à vista ou estabilidade financeira para manter as as mensalidades em dia. Então, muitas vezes, o aluguel é a opção.  

No entanto, encontrar o imóvel que se encaixa nas suas necessidades e no seu orçamento não é tão simples assim. Por isso, Izidro Ceolin Filho, coordenador do curso de Técnico em Transações Imobiliárias do Senac EAD, e corretor de imóveis há 14 anos, orienta sobre contrato, vistoria, documentos, fiador, entre outras questões envolvidas quando se decide alugar uma casa ou um apartamento.

Pesquise o imóvel com paciência

As ofertas do mercado imobiliário para a locação são muitas. É necessário ter paciência para pesquisar o imóvel que atenda às suas necessidades, como o conforto, a rotina e também as despesas relacionadas ao imóvel.

Avalie a sua condição financeira

Quanto deseja para de aluguel? Seja prudente e verifique os valores associados ao imóvel antes de assinar o contrato de locação. Evite surpresas como o valor do condomínio e IPTU. 
O ideal, conforme o mercado financeiro, é que as despesas fixas vinculadas ao imóvel não ultrapasse 30% do rendimento familiar. Não se esqueça que junto ao imóvel ainda tem as despesas de alimentação, luz e gás que dependem do seu consumo.

Verifique a situação do imóvel

Utilize as imobiliárias ou corretores para fazer o negócio. Nessa hora, o melhor é estar amparado pelas questões jurídicas. Profissionais do ramo estão preparados e podem te ajudar a evitar surpresas desagradáveis.

Veja a documentação

Para alugar um imóvel, a pessoa precisa ser maior de idade – ou seja ter 18 anos ou mais – e deve apresentar na imobiliária o RG, o CPF e comprovantes de residência e de renda. 
No caso do funcionário público e do trabalhador com carteira assinada, a comprovação de renda pode ser feita por meio do demonstrativo de pagamento. Aos profissionais liberais ou autônomos, geralmente, pede-se uma cópia do último imposto de renda ou do extrato bancário. Contudo, deverá comprovar a anuidade financeira de outros meios: com um extrato bancário ou um comprovante de recebimento de alugueis, por exemplo.

Cheque a opção de garantia na locação

As formas de garantia na locação serão de escolha de quem vai alugar. Na locação, por lei, o proprietário do imóvel só pode exigir uma forma de garantia. As mais utilizadas no mercado são: o uso de fiador (que tem custo zero ao locatário), o depósito caução e o seguro fiança.

  • O fiador tem que ser maior de 18 anos, não pode ser restrição no seu nome, deve ter renda para garantir o aluguel em caso de inadimplência e deve ser proprietário de um imóvel quitado, (o fiador é a pessoa que irá garantir o pagamento do aluguel e que, em caso de inadimplência, ele entregará o próprio imóvel).

  • No depósito caucionado (caução) o locatário deve depositar, na conta do proprietário, um valor equivalente a três meses de aluguel. No fim da locação, deixando o imóvel em ordem, ele recebe tudo com correção monetária.

  • O seguro fiança é feito diretamente com uma seguradora. Nesse caso, paga-se, por ano, um valor não reembolsado que pode variar entre um e dois alugueis.

A importância da vistoria

A vistoria deve ser feita antes da entrega das chaves. Caso não tenha feito, logo nos primeiros dias, faça a contra vistoria. Verifique tudo, e se identificar algum defeito, indique em uma lista. É importante, por exemplo, verificar a pintura, se tem cupim nas partes de madeira, se os azulejos estão em ordem, assim como as louças do banheiro e possíveis vazamentos. 

É muito importante, portanto, fazer a vistoria com uso de fotos e vídeos, identificando todos os furos na parede, riscos nos pisos e até problemas em fechaduras, portas e janelas. Lembre-se de guardar todo o material até a devolução do imóvel.

Todas as deteriorações causadas pelo mau uso é de responsabilidade de quem está locando o imóvel. Há os chamados 'vícios redibitórios’ que são problemas ocultos que já existiam antes da entrega das chaves, que devem ser corrigidos pelo proprietário. Esses problemas ocultos costumam ser nas redes hidráulica ou elétrica, que devem ser comunicados ao dono do imóvel.

Fique atento! Peça para relacionar no contrato cada item. Geralmente, são genéricos e alegam que o imóvel está sempre em perfeitas condições. 

O contrato

Esse documento deve celebrar a negociação entre locador e locatário, no qual inclui o tempo de permanência no imóvel e o laudo da vistoria de entrada. Essas são a segurança no contrato para quem está locando. Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, o proprietário não poderá reaver o imóvel alugado. Já quem está alugando poderá devolvê-lo pagando multa proporcional ao período de cumprimento do contrato. 

Porém, costuma-se pedir uma quantia referente a três meses de aluguel. Vale, portanto, negociar com o locador um tempo mínimo de permanência, para ser liberado da multa após determinado período.

Verifique também, no caso dos condomínios, as regras internas sobre os horários das mudanças. Tudo deve ser visto no estatuto do condomínio.

Os reajustes e cobranças

Por lei, o aluguel só pode sofrer reajuste anual, a fim de corrigir a inflação da moeda. Caso o aluguel esteja defasado, o locador, ou mesmo o próprio locatário, pode pedir a revisão a cada três anos. Nesse caso, o ideal é que as partes cheguem a um consenso.

FONTE: Portal do SENAC - 17/05/18

TNF: Quinta-feira, 17/05/18 - 11h36min.

 




 

CARTÓRIOS DE REGISTRO DE IMÓVEIS EM FORTALEZA:

 

1ª ZONA

Av.Antônio Sales, n.º 2.187 - 10º Andar,(esquina com Rua Joaquim Nabuco) Bairro: Dionísio Torres - Cep: 60135-203
Acessibilidade ao cadeirante pelo estacionamento do subsolo – entrada pela rua Joaquim Nabuco. Fortaleza/CE, Brasil, PABX: (85) 3261-7101 | FAX: (85) 3261-7741 - oficio01@gmail.com  
- Horário de Atendimento: 08:00hs às 17:00hs
atpub01@gmail.com - Atendimento ao Público - Site: http://www.primeirazona.com.br/

2° ZONA: 

Rua Dr. José Lourenço, 870 - 1º andar - sala 101 - Meireles, Fortaleza - CE, 60115-280
Horário: Aberto de Segunda a Sexta · 08:00–17:00
Telefone: (85) 3052-1900 - Fax 85 3052 1911
cartorio@alvaromello.com.br - Site: http://alvaromello.com.br

3ª ZONA: 

Rua Joaquim Nabuco, 2336 - Dionísio Torres, Fortaleza - CE, 60125-121
Horário: Aberto Segunda a sexta · 08:00–17:00

Telefone: (85) 3261-4870/ 3261-79773261-4870 | (85) 3261-5127
Site: http://www.torifortaleza.com.br/

4ª ZONA: 

Rua Silva Paulet, 1180 - Aldeota, Fortaleza - CE, 60120-020
Horário: Aberto Segunda a Sexta · 08:00–17:00 

Telefone: (85) 3224-6931.

5ª ZONA: 

Av. Barão de Studart, 330 - Meireles, Fortaleza - CE, 60120-000
Horário: Aberto: Segunda a Sexta · 08:00–17:00

Telefone: (85) 3219-5050.

6ª ZONA: 

Av. Santos Dumont, 3060 - LJ 01 - Aldeota, Fortaleza - CE, 60150-161
Horário: Aberto: Segunda a Sexta · 08:00–17:00 
Telefone: (85) 3244-7686.

                                                                    

Cartórios Notas e Protestos:

RELAÇÃO DAS ZONAS

1ª - Alexandre Rolim: Av Santos Dumont, nº 2677 - Telefone (85) 3462-6400.

2ª - Martins: Av. Padre Ant. Tom·s, nº 920 - Telefone (85) 3304-9444.

3ª -  Pergentino Maia: Rua Major Facundo, nº 660 - Tel.: (85) 3252-3921 / 3252-3893.

4ª - Morais Correia: Rua Major Facundo, nº 676 - Telefone (85) 3464-5900.

5ª - Ossian Araripe: Rua Major Facundo, nº 673 Telefone (85) 3231-9974.

6ª - Melo Júnior: Rua Major Facundo, nº 660 - Telefone (85) 3252-3921 / 3252-3893.

7ª - João Machado: Rua Floriano Peixoto, nº 818 - Telefone (85) 3226-1611.

8ª - Aguiar: Av. Desembargador Moreira, nº 1000A - Telefone (85) 3466-7777. 

                                                                

Cartórios Civis:

RELAÇÃO DAS ZONAS:

1ª João de Deus: Rua Major Facundo , nº 705 - Telefone (85) 3226-8330.

2ª Jereissati: Rua Major Facundo , nº 705 - Telefone (85)  3231-2353.

3ª Cysne: Rua Castro e Silva, nº 97 - Telefone (85) 3231-4170.

4ª Norões Milfont: Rua Castro e Silva, nº 38 - Telefone (85) 3226-4172.

5ª Botelho: Av. Desembargador Moreira, nº 1000 - Telefone (85)  3224-5119.

6ª Mucuripe: Rua Senador VirgÌlio T·vora, nº 318 - Telefone (85)  3242-2232.

 

FONTE: Site do CRECI-CE

 




 

CONVÊNIO FIRMADO:

 

COFECI/CRECI-CEARÁ COM A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.

 

Documentos Necessários para Credenciamento com a Caixa-PF.

 

-Prova de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF;

-Cópia de documento de identificação válido e legal;

-Prova de regularidade para com a Fazenda Nacional:  Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União - CND - ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União - CPEND), na forma da lei; http://www.pgfn.fazenda.gov.br;

-Prova de inexistência de débitos inadimplidos perante à Justiça do Trabalho, comprovada por meio de Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas ou Certidão Positiva de Débitos Trabalhistas com Efeito de Negativa, cujo prazo de validade, conferido por lei, é de 180 (cento e oitenta) dias; http://www.tst.jus.br/certidao

-Prova de inscrição regular da proponente no CRECI - Conselho Regional de Corretores Imobiliários, dentro do seu prazo de validade. http://www.crecice.gov.br

ANEXOS NECESSÁRIOS PARA CREDENCIAMENTO DO EDITAL 440/2013

ANEXO III: 

-Declaração;

ANEXO V:

-Termo de compromisso de combate à corrupção e de responsabilidade sócio ambiental;

ANEXO VI:

-Declaração vedação ao nepotismo-Deverá apresentar à comissão o envelope lacrado com o assunto “DOCUMENTAÇÃO/CREDENCIAMENTO 440/2013, contendo, também, na parte externa a identificação do proponente com NOME/CNPJ/CPF no endereço: Rua Sena Madureira, 800- 4 andar–CC/GILOG/FO 

Protocolo de entrega no anexo II ( para fins de comprovação do recebimento ) Para controle de recebimento, apresentar devidamente numerada. Cópias de documentos devem ser autenticadas.

LINK DO EDITAL:

http://www5.caixa.gov.br/fornecedores/licitacoes/asp/edital.asp?ed=440/2013&gisup=FO

Documentos Necessários para Credenciamento com a Caixa - PJ

-Certidão simplificada da Junta Comercial;

-Prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);

-Ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor, devidamente registrado, em se tratando de sociedades comerciais, e, no caso de sociedades por ações, acompanhado de documentos de eleição de seus administradores; - Cópia do documento de identificação dos sócios, legal e válido.

-Prova de regularidade para com a Fazenda Nacional (Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União

-CND - ou Certidão Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União - CPEND), na forma da lei. http://www.pgfn.fazenda.gov.br;

-Prova de regularidade para com as Fazendas Estadual e Municipal, na forma da lei - Prova de inexistência de débitos inadimplidos perante à Justiça do Trabalho, comprovada por meio de Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas ou Certidão Positiva de Débitos Trabalhistas com Efeito de Negativa, cujo prazo de validade, conferido por lei, é de 180 (cento e oitenta) dias. http://www.tst.jus.br/certidao

-Prova de inscrição regular da pessoa jurídica proponente no CRECI - Conselho Regional de Corretores Imobiliários, dentro do seu prazo de validade. http://www.creci-ce.gov.br

ANEXOS NECESSÁRIOS PARA CREDENCIAMENTO DO EDITAL 440/2013

ANEXO III:

-Declaração

ANEXO V:

Termo de compromisso de combate à corrupção e de responsabilidade sócio ambiental

ANEXO VI:

-Declaração vedação ao nepotismo:

Deverá apresentar à comissão o envelope lacrado com o assunto “DOCUMENTAÇÃO/CREDENCIAMENTO 440/2013, contendo, também, na parte externa a identificação do proponente com NOME/CNPJ/CPF no endereço: Rua Sena Madureira, 800- 4 andar – CC/GILOG/FO 

-Protocolo de entrega no ANEXO II (para fins de comprovação do recebimento):

Para controle de recebimento, apresentar devidamente numerada.

-Cópias de documentos deverão ser autenticadas.

 

 







 

Vale mais a pena Comprar ou Alugar?

  Para saber a resposta, o comprador tem que fazer

uma simulação rápida, de acordo com um educador financeiro. 

O sonho da casa própria para muitos brasileiros pareceu um pouco distante após anos de recessão econômica no país. O cenário atualmente é outro, segundo especialistas. No entanto, como todo investimento, há os prós e os contras. Mas será que a época é favorável para aqueles que desejam comprar um apartamento? E o que deve valer mais a pena: adquirir um imóvel ou alugar?

A famosa bolha imobiliária não está tão grande como há alguns anos. O setor começa a ganhar forças mais uma vez. Projeções da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança apontam que a oferta para financiar um imóvel deve crescer aproximadamente 20% em 2018, conforme o G1.

Graças à redução da taxa básica de juros, o educador financeiro Reinaldo Domingos comentou que o resultado pode aliviar o bolso do consumidor, que terá parcelas mais baratas. Para o coordenador da graduação em Ciências Contábeis da Faculdade Fipecafi, George Sales, o momento é oportuno para adquirir um imóvel.

Segundo ele, duas razões aparecem como facilitadoras: preços mais baixos e crédito barato. Na primeira, avaliou, de acordo com o índice Fipe/Zap, houve queda média de 0,5% em 20 grandes regiões. Já no segundo quesito, Sales comentou que o interessado em comprar um apartamento terá os mesmos benefícios dos 35 anos para financiamento. Outro aliado, pontuou, é o juro básico de 6,75%.

Apesar das condições para a aquisição da casa própria, Sales faz alertas. "Dependendo da situação financeira de quem quiser comprar o imóvel, poderá não conseguir financiamento", disse, acrescentando sobre a parcela do financiamento e se vale a pena comprar ou viver de aluguel.

Para saber qual opção seria mais viável, o educador financeiro Domingos recomendou que famílias façam uma simulação básica. "Se, por exemplo, você paga R$ 1 mil de aluguel e o valor da prestação for R$ 1 mil, não tenho dúvida, faça o financiamento. Se você estiver morando numa casa cujo aluguel é R$ 1 mil, mas o financiamento dessa mesma casa for, por exemplo, três vezes mais o valor do financiamento, aí você tem que pensar. Porque, às vezes, morar de aluguel faz muito mais sentido", explicou.

 

FONTE: Notícias ao Minuto - 06h53min. - 19/03/18

TNF-TRIBUNA DO NORDESTE FORTALEZA - Terça-feira, 20/03/18 - 17h30min.

 




 

JUROS REDUZIDOS:

 

Caixa vai reduzir juros para financiamento de imóveis até abril:

 

O banco teve em 2017 o melhor ano da história devido aos

esforços internos e à redução de custos, segundo o presidente.

 

Caixa: banco vai reduzir até o fim do mês os juros do crédito habitacional (Pilar Olivares/Reuters)

 

Rio de Janeiro – A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL vai reduzir até o fim do mês os juros do crédito habitacional, disse nesta segunda-feira o presidente do banco, Gilberto Occhi.

“Muito em breve, nos próximos dias acho que a Caixa possa anunciar uma redução de taxa de juros para recursos captados da poupança e do mercado também”, disse Occhi a jornalistas em evento no Rio de Janeiro. “Vamos trazer mais competitividade e queremos competir mais com o mercado já que não fizemos nenhuma redução de juros no ano”, adicionou.

O banco também divulgará até a semana que vem o resultado de 2017, que segundo o presidente da Caixa teria sido o melhor da história devido aos esforços internos e à redução de custos. “Falta apenas relatório final da auditoria independente… Foi o melhor da história e estamos no caminho certo”, afirmou.

C S N:

Occhi ainda afirmou que as portas da Caixa estão abertas para renegociação da dívida da CSN. O banco é um dos principais credores da siderúrgica de Volta Redonda (RJ), ao lado do Banco do Brasil. Juntas, as instituições têm quase metade da dívida da CSN.

“Estamos dispostos a discutir, analisar e fazer o melhor com a CSN”, disse o presidente da Caixa, sem detalhar as condições que podem ser oferecidas à empresa.

 

FONTE: Revista Exame Online-20 mar 2018, 09h30min.

TNF-TRIBUNA DO NORDESTE FORTALEZA: Terça-feira, 20/03/18 - 17h19min.

 




 

I.P.T.U.  :  

 

Quem é responsável pelo pagamento do IPTU,  o locador ou locatário? 

Quando se fala em aluguel de imóvel as perguntas mais comuns são: "Doutora vou morar em uma casa alugada sou obrigada a pagar o IPTU?”, “Doutora, quem paga o IPTU o proprietário ou o inquilino?”. Essas dúvidas que são cada dia mais recorrentes vêm sendo alvo de muitas ações judiciais.

Créditos: Portal JusBrasil 

Questionamentos Comuns: 

Quando se fala em aluguel de imóvel as perguntas mais comuns são: "Doutora vou morar em uma casa alugada sou obrigada a pagar o IPTU?”, “Doutora, quem paga o IPTU o proprietário ou o inquilino?”. Essas dúvidas que são cada dia mais recorrentes vêm sendo alvo de muitas ações judiciais.

O Código Tributário Nacional em seu artigo 34 assevera que o contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel, ou seja, juridicamente o responsável pelo pagamento do IPTU é o dono do imóvel. No entanto, a lei do Inquilinato (lei nº 8245/91), aduz em seu artigo 22 que o locador é obrigado a pagar os impostos, salvo se de outra forma for estabelecido em contrato, desta forma a lei do inquilinato possibilita que o locador transfira a responsabilidade do pagamento do imposto ao locatário através do contrato.

 

Vale ressaltar que deverá constar qual a forma

 

do pagamento referente ao imposto.

 

Atenção Locador:

 

Apesar da lei de inquilinato possibilitar que o pagamento seja feito pelo locatário, perante o FISCO quem será o responsável pelo pagamento é você (locador), portanto se houver atraso no pagamento o FISCO irá acionar o proprietário. Caso exista um contrato de locação, acordando que o locatário é responsável pelo pagamento do imposto, o locador poderá acionar o locatário judicialmente na esfera cível pelo não cumprimento de sua cláusula, exigindo o pagamento da dívida e valores correspondentes a juros e multa.

Portanto, por mais que o contrato de locação não tenha validade perante o FISCO, o contrato é válido na área cível. Sendo assim é importante o locador se prevenir de possíveis inadimplências, algumas sugestões: pagar antecipadamente o IPTU ou até mesmo embutir o valor no aluguel. Vale ressaltar que as dívidas referentes ao não pagamento de IPTU poderão ser executadas pelo município e os bens do proprietário poderão ser penhorados bem como o imóvel ser levado a leilão para a quitação da dívida.

O mais importante na hora de alugar o imóvel é fazer um contrato com todas as cláusulas de forma clara e precisa. É importante que as partes tenham o conhecimento dos seus direitos e deveres na hora de alugar o imóvel.

  

FONTE: Portal JusBrasil-Post de Paloma Priscila Baptista-Advogada

TNF: Quinta-Feira, 23/11/17-14h35min.-Fortaleza-Ceará-Brasil